Desenvolvimento vegetativo de plantas de milho e soja em associações com bactérias fixadoras de nitrogênio e adubação nitrogenada

Kassia de Paula Barbosa, Lucas Freitas do Nascimento Junior, Patricia Costa Silva, Thomas Jefferson Cavalcante, Andreia Aparecida Ferreira da Silva, Reginaldo Ferreira Santos

Resumo


Este trabalho foi conduzido em casa de vegetação, nas dependências da Universidade Estadual de Goiás – UEG, Campus de Santa Helena de Goiás – GO, localizado a uma latitude 17° 48' 49' 'S; e longitude 50° 35' 49'' W, teve como objetivo avaliar o desenvolvimento vegetativo de plantas de milho e de soja em associações com bactérias fixadoras de nitrogênio e adubação nitrogenada. Para cada cultura foi realizado um experimento no qual o delineamento experimental utilizado foi o de blocos casualizados, constituídos por 5 tratamentos, e 6 blocos, os quais foram compostas por vasos com capacidade para 5 kg de solo. Os tratamentos corresponderam a: T1- inoculação das sementes com bactéria, T2- ausência de inoculação e aplicação/adubação com nitrogênio mineral (N-mineral) na semeadura e em cobertura, T3- inoculação das sementes com bactéria + aplicação/adubação com nitrogênio mineral (N-mineral) na semeadura, T4- inoculação das sementes com bactéria + aplicação/adubação com nitrogênio mineral (N-mineral) em cobertura, T5- inoculação das sementes com bactéria + aplicação/adubação com nitrogênio mineral (N-mineral) na semeadura e em cobertura. A inoculação das sementes de milho de forma isolada, não foi eficiente quanto ao suprimento de nitrogênio para o desenvolvimento das plantas de milho. Para a cultura da soja todos os demais parâmetros estudados não apresentaram variação significativa.


Palavras-chave


Zea mays, Glycine Max, Fixação biológica de nitrogênio

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