Farinha de ossos de peixe como fonte de cálcio e fósforo em rações para pós-larvas de tilápia do Nilo

Ricácio Luan Marques Gomes Marques Luan, Rômulo Batista Rodrigues, Thibério Carvalho da Silva, Pedro Oliveira Moreira, Joana D’arc Maurício Rocha, Fábio Bittencourt, Wilson Rogério Boscolo

Resumo

O trabalho foi realizado com o objetivo de avaliar a inclusão de farinha de ossos de peixe seco como fonte de fósforo e cálcio em dietas para tilápias do Nilo. Foram utilizadas 400 pós-larvas de tilápia do Nilo com peso médio inicial de 0,03 g distribuídas em 20 aquários com volume de 30 L e alimentadas com as dietas experimentais por 26 dias. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado com cinco tratamentos (0; 1,52; 3,06; 4,57 e 6,09% de farinha de ossos de peixe) e quatro repetições. A inclusão da farinha de ossos de peixe foi realizada em substituição do fosfato bicálcico. Foram avaliados os seguintes parâmetros de desempenho zootécnico: ganho em peso, taxa de crescimento especifico e sobrevivência. Não foram observadas diferenças (P>0,05) entre os tratamentos sobre os parâmetros de desempenho avaliados. Conclui-se que a farinha de ossos de peixe pode ser utilizada como fonte de cálcio e fósforo em dietas de pós-larvas de tilápia do Nilo em substituição total ao fosfato bicálcico sem promover prejuízo ao crescimento dos animais.

Palavras-chave

Alimento alternativo, minerais, nutrição, aproveitamento de resíduos, Oreochromis niloticus, desempenho produtivo.

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