DISPONIBILIDADE HÍDRICA NO DESENVOLVIMENTO INICIAL DE MUDAS DE EUCALYPTUS GRANDIS EM AMBIENTE PROTEGIDO

Ricardo Tavares Butrinowski, Ivã Tavares Butrinowski, Esmael Lopes dos Santos, Paulo Ricardo Picolotto, Rui Alberto Picolotto, Reginaldo Ferreira Santos

Resumo


O objetivo do trabalho foi avaliar o efeito da disponibilidade hídrica no desenvolvimento inicial de mudas de Eucalyptus grandis em ambiente protegido. O experimento foi conduzido no campo experimental da Fazenda Escola da Faculdade Assis Gurgacz, Cascavel, PR. Utilizou-se mudas de 45 dias transplantadas em vasos de 20 litros, em delineamento experimental inteiramente casualizado com cinco tratamentos com quatro repetições. Os dados relativos à evaporação, que serviram de base para a reposição do volume evaporado de água, (VE). De acordo com o VE, houve a reposição através da irrigação, pelos seguintes tratamentos: T1 (50% do VE), T2 (100% de VE), T3 (150% do VE), T4 (200% do VE) e T5 (100% do VE). As variáveis analisadas foram: altura de planta (AP), número de folhas (NF), número de galhos (NG), diâmetro do caule (DC), massa fresca (MF), massa seca (MS). O E. grandis apresentou resposta crescente ao aumento da disponibilidade hídrica. Todas as variáveis analisadas apresentaram respostas significativas a uma maior disponibilidade hídrica, sendo a reposição do VE de 50% a que mais limitou o desenvolvimento das mudas e a 250% a que expressou as melhores respostas. O E. grandis é uma cultura bastante responsiva a melhoria do ambiente

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