Assédio Moral nas Relações de Trabalho

Elizabeth Maria Lazzarotto, Alcy Aparecida Leite Souza, Sarah Michelon Alves, Simone Roecker, Tatiane Baratieri, Leila de Fátima Machado

Resumo


A universidade é um ambiente propício ao desenvolvimento do assédio moral. Entre os fatores organizacionais encontramos excessiva hierarquização, estrutura vertical de chefia, que não permite o trabalho coletivo. Os recursos humanos estão alienados e os estilos de chefia são inadequados, sem capacidade de gerenciar grupos, devido ao autoritarismo. O trabalho é definido em conjunto e decidido por bajuladores e apadrinhados. Existe a competição, ciúmes, questões financeiras, prevalecem às questões políticas em detrimento da acadêmico-científica. Existe a fiscalização para denegrir a imagem e perseguir o docente. O trabalho é deprimente e com perseguição ao mesmo tempo existem sobrecarga e relações deterioradas com conflitos entre poderes, questões pessoais sem respeito e ética. O relacionamento entre coordenador-docente é na base do autoritarismo/tensas e entre os colegas são deficientes, ignoram a presença e insinuam problemas familiares. A maioria tem conhecimento do assédio moral, destes 40% se dizem vítimas. O comportamento do assediador foi dificultar o trabalho de ensino; sindicância como forma de punição; perseguição política; denegrir a imagem junto aos acadêmicos e ameaça do chefe, sendo o assediador, colegas, coordenador/diretor e administrador. Muitas doenças são resultantes do trabalho.

Palavras-chave


trabalho, assédio moral, docentes

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DOI: https://doi.org/10.5935/rcsp.v5i9.1423

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