A EXISTÊNCIA DE SERIAL KILLERS NOS SÉCULOS XV E XVI: ESTUDO DE CASO

Bruna da Silva Matos, Karin Martins Gomes, Yara Jurema Hammen Llanos

Resumo

A Psicopatia é alvo de constante pesquisa em diversas áreas do conhecimento e gera grande curiosidade por parte da população. O foco deste artigo é o serial killer, isto é, psicopatas que matam pelo menos três vezes e seguem um padrão. Os “serial killers” são encarados como um fenômeno recente, entretanto, há indícios de que tais fatos existiam antes mesmo da primeira tentativa registrada de diagnóstico para o transtorno no século XIX. Nesse sentido a partir do estudo dos casos de Erzsebet Bathory e Gilles de Rais, procuramos definir a existência do fenômeno Serial Killers, nos séculos XV e XVI. A partir da análise dos dados obtidos e posteriormente relacionados com os critérios do DSM-5 para Transtorno de Personalidade Antissocial, podemos concluir que Erzsebet Bathory e Gilles de Rais apresentam indícios do transtorno e podemos também dizer que são pertencentes ao padrão de atuação dos Serial Killers.

Palavras-chave

Idade média; Idade moderna; Psicopatia; Sociopatia; Transtorno de personalidade

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