ANÁLISE SANITÁRIA EM DERIVADOS LÁCTEOS DE AGROINDÚSTRIAS FAMILIARES EM MUNICÍPIOS DO RIO GRANDE DO SUL

Thomas Rosa Menegazzi, Jorge Stumpfs Diaz, Claudia Maria Prudêncio De Mera

Resumo


Este estudo, desenvolvido de modo quantitativo descritivo, verificou as condições técnicas e sanitárias que influenciam em nível social, econômico e sanitário agroindústrias familiares que destinam sua matéria-prima à produção de derivados lácteos no Rio Grande do Sul. Para a realização, foram utilizadas as seguintes legislações norteadoras da pesquisa: Instrução Normativa nº 62, Portaria nº 368 e Circular nº 175, do Ministério da Agricultura. Pelo levantamento, 80% dos produtores apresentam conhecimento das regulamentações do leite, porém 50% realizam controle das condições microbiológicas do leite, devido ao custeamento ser realizado por eles próprios; 90% apresentam regular controle da potabilidade de água; 60% apresentam responsável técnico para o rebanho e 40% para a agroindústria, apesar da exigência sanitária deste último; 20% destinam os produtos para alimentação escolar e 40% possuem certificação. Perante o exposto, apesar do bom nível informacional e estrutural dos produtores do Rio Grande do Sul com relação a itens básicos, a necessidade de um controle técnico permanente por especialistas é relevante, inclusive para orientar análises constantes da matéria-prima e produto final acabado, garantindo uma certificação para o fornecimento de alimentos seguros e aumentando o rendimento da sua matéria-prima.

 


Palavras-chave


Agroindústrias Familiares, Derivados Lácteos; Legislações; Matéria-prima, Produto Final.

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INFORME GEPEC


e-ISSN: 1679-415X — ISSN: 1676-0670 (descontinuado em 2010)

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