“NÃO HÁ NADA DE PROUSTIANO EM UMA FOTOGRAFIA.....” – SOBRE A CÂMARA CLARA

Rodrigo Fontanari

Resumo

O presente artigo propõe oferecer subsídios para uma melhor elucidação de A câmara clara essa importante obra do semiólogo e crítico literário francês, Roland Barthes, que, a trinta anos de sua publicação na França, segue ainda pouco compreendida, sendo assim desperdiçada sua enorme contribuição às reflexões de cunho filosófico a respeito da imagem  fotográfica no mundo contemporâneo. Trata-se  portanto de uma tentativa de esclarecer a questão do tempo na e da imagem fotográfica que, notadamente, pelas mãos de Roland Barthes, parece se opor ao conceito de memória involuntária.

Palavras-chave

Roland Barthes; Fotografia; Punctum; Memória involuntária.

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