O PROTAGONISMO DA CONSCIÊNCIA NARRATIVA EM BUFO & SPALLANZANI: QUANDO O NARRADOR É ESCRITOR E ASSASSINO

Ana Paula dos Santos de Sá

Resumo


Este artigo tem por objetivo analisar em que medida o livro Bufo & Spallanzani (1985), do escritor brasileiro Rubem Fonseca, aproxima-se e/ou afasta-se de algumas características basilares atribuídas ao Romance Policial, principalmente à luz da teoria de Tzvetan Todorov. Para isso, a leitura aqui desenvolvida volta-se ao estudo da figura multifacetada do narrador, que na condição de escritor e assassino acaba por assumir o protagonismo comumente conferido ao detetive. Portanto, visa-se esclarecer quais são as implicações, estéticas e/ou de outra ordem, da voz dada ao assassino-escritor, bem como qual é o papel do investigador enquanto personagem secundário.


Palavras-chave


Rubem Fonseca; Literatura Policial; Metaficção.

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