SOTA DE BASTOS, CABALLO DE ESPADAS DE HÉCTOR TIZÓN: RECREACIÓN DE UNA GESTA ANÓNIMA Y DE SUS ANTECEDENTES Y CONSECUENTES HISTÓRICOS

María del Carmen Tacconi

Resumo


O corpo textual da novela se inicia com uma breve contextualização dos acontecimentos e com uma referência ao bando pelo que Belgrano ordenou o “Éxodo Jujeño”, um episódio de importância fundamental da guerra pela independência argentina no norte do antigo Vice-Reino do Rio da Prata, que a história oficial quase tem ignorado. Para estabelecer algumas relações entre a historiografia e a ficção incluímos neste estudo uma referência sintética ao feito heróico popular e às fontes que, podemos inferir, o romancista tem consultado. Organizado em duas partes, o corpo textual do romance desdobra-se numa diégese de cronologia alterada que volta ao passado desde o ponto de partida que tem sido o bando de Belgrano em movimentações de diferente amplitude e distância, para resgatar aspectos do sistema colonial e da vida cotidiana dessa época; desta forma é construída uma história principal que vai permitir linhas complementares da diégese. Irrompe a guerra na vida cotidiana de forma violenta e a história constrói-se com episódios importantes da guerra comandada por Belgrano. A recreação ficcional desta façanha resgata tradiciones orais, dá destaque aos heróis militares de menor hierarquia e aos personagens anônimos do povo.


 


Palavras-chave


historiografia; ficção; façanha popular.

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