Emergência de plântulas de beterraba em função da profundidade e do sistema de semeadura

Rafael Gustavo Ferreira Morales, Juliano Tadeu Vilela de Resende, Alex Sandro Torre Figueiredo, Alexandre Gonçalves Galvão, João Eduardo Baier, Renata Favaro

Resumo

Foram determinadas as taxas de emergência de plântulas de duas cultivares de beterraba em função de diferentes sistemas de semeadura, em diferentes profundidades e épocas de semeadura, na região Centro-Sul do Paraná. Para tanto foram conduzidos dois experimentos (semeadura direta no solo e em bandejas) no delineamento de blocos casualizados, em esquema de parcelas sub-subdivididas no tempo, considerando-se as nove épocas de semeadura como parcela e na subparcela um esquema fatorial 2 x 3, compreendendo duas cultivares (Maravilha e Chata do Egito) em três profundidades de semeadura (2, 4 e 6 cm). As sub-subparcelas foram constituídas por quatro épocas de avaliação de emergência (7, 14, 21 e 28 dias após a semeadura - DAS). Com base na emergência foi calculado o índice de velocidade de germinação. Em função das condições climáticas da região, observou-se que a maior taxa de emergência ocorreu até 14 dias após a semeadura, destacando-se a superioridade do sistema em bandejas. A profundidade de semeadura de 2 cm proporcionou, nos dois sistemas, a maior emergência de plântulas. A cultivar Maravilha apresentou o melhor desempenho no sistema de bandejas, indiferente da época e profundidade de semeadura. A emergência no campo foi positivamente correlacionada à temperatura, sendo apontada como um dos fatores responsáveis pela menor emergência de plântulas sob baixas temperaturas.

Palavras-chave

Beta vulgaris; sowing period; temperature.

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