Análise bromatológica e fisiológica de sementes de feijão enriquecidas com extratos secos de alecrim e cúrcuma

Autores

  • Jeferson Carlos Carvalho UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ - Campus de Marechal Cândido Rondon.
  • Nicanor Pilarski Henkemeier Universidade Estadual do Oeste do Paraná – UNIOESTE, Marechal Cândido Rondo PR.
  • Taís Regina Kohler Universidade Estadual do Oeste do Paraná – UNIOESTE, Marechal Cândido Rondo PR.
  • Clair Aparecida Viecelli Pontifícia Universidade Católica do Paraná – PUCPR, Toledo PR.
  • Fernanda Zanchet Faculdade Assis Gurgacz – FAG
  • Odair José Kuhn Universidade Estadual do Oeste do Paraná – UNIOESTE, Marechal Candido Rondo PR

Palavras-chave:

Phaseolus vulgaris L., controle alternativo, qualidade de sementes.

Resumo


A cultura do feijoeiro tem uma grande importância econômica para o Brasil, maior produtor e consumidor mundial dessa leguminosa. Porém, a produção brasileira do feijão é afetada principalmente por dois patógenos (Pseudocercospora griseola e Xanthomonas axonopodis pv. Phaseoli), necessitando pesquisas voltadas a qualidade de sementes, utilizando extratos no controle de doenças. Diante do exposto, objetivou-se com o presente trabalho avaliar a germinação, desenvolvimento de plântula, teor de proteína e teor de minerais das sementes colhidas de plantas tratadas com extratos secos de alecrim e cúrcuma. O experimento foi realizado a campo, em delineamento experimental de blocos ao acaso, utilizando 1, 2 e 3 aplicações de cúrcuma e alecrim na concentração de 50 mg L-1, Bion® na concentração de 25 g ha-1 e testemunha para ambas as doenças, iniciando as aplicações no V4 e com intervalo de 15 dias entre as aplicações. Os patógenos foram inoculados 3 dias após a primeira aplicação dos tratamentos. Ao final do ciclo da cultura avaliaram-se o teor de proteína, cinzas e análises fisiológicas das sementes colhidas. Os tratamentos não influenciaram nas variáveis avaliadas, o que indica que ocorrendo a redução da severidade a campo da doença, mantendo a produtividade, não irá impactar na qualidade de sementes.

Biografia do Autor

Jeferson Carlos Carvalho, UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ - Campus de Marechal Cândido Rondon.

Engenheiro Agrônomo - PUC-PR - Campus de Toledo.Mestre em Produção Vegetal (linha de pesquisa: Fitossanidade e Controle Alternativo) - UNIOESTE Campus de Marechal Cândido Rondon.Doutorando em Produção Vegetal (linha de pesquisa: Fitossanidade e Controle Alternativo) - UNIOESTE Campus de Marechal Cândido Rondon. 

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Publicado

11-02-2019

Edição

Seção

Artigos Científicos