Adequação da metodologia do teste de condutividade elétrica para sementes de triticale

Bruna Ariane da Silva, José Luiz Nogueira, Tereza Cristina de Carvalho, Maristela Panobianco

Resumo


O triticale destaca-se entre os cereais por apresentar alto potencial produtivo, mesmo em condições de déficit hídrico e de acidez do solo. Apesar da importância da cultura, há escassez de protocolos para o monitoramento do potencial fisiológico das sementes. Objetivou-se adequar a metodologia do teste de condutividade elétrica para avaliação do vigor de sementes de triticale. Selecionaram-se quatro lotes de sementes de triticale, cultivar IPR 111, sendo estudadas as seguintes variáveis do teste de condutividade elétrica: duas quantidades de sementes (50 e 100); dois volumes de embebição (75 e 100 mL); cinco períodos de embebição: 4, 8, 16, 20 e 24 h, mantendo-se fixa a temperatura de 20 °C. Paralelamente, realizaram-se a determinação do grau de umidade das sementes e a condução dos testes de germinação e de emergência de plântulas em campo. Conclui-se que o teste de condutividade elétrica é promissor para avaliação de sementes de triticale, mediante utilização das seguintes metodologias: 50 sementes embebidas em 100 mL de água deionizada, a 20 ºC, por 8 e 24 h; ou 100 sementes embebidas em 75 mL de água deionizada, a 20 ºC, por 20 e 24 h.


Palavras-chave


Lixiviação, qualidade fisiológica, xTriticosecale.

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DOI: https://doi.org/10.18188/sap.v12i4.7009

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