O conhecimento: um processo demasiado humano

Wilson Antonio Frezzatti Jr.

Resumo

A verdade entendida como algo imutável e constante é, para Nietzsche, uma ilusão. O homem acredita saber algo das coisas mesmas, mas não possui nada mais do que metáforas, que de modo algum captam o fluxo eterno do vir-a-ser. A metafísica não nos dá a essência das coisas, mas é um processo demasiado humano: os conceitos fixam e simplificam para permitir a comunicação e o exercício do cálculo e da previsão, cujo objetivo é conservar e dominar. Portanto, “conhecer” é um processo orgânico para fins de acordo social e de dominação das condições de existência.

Palavras-chave

Conhecimento; Metafísica; Nietzsche.

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