Chamada de Publicação: Chamadas 2019

Dossiê: “RECEPÇÃO E MEDIAÇÃO DA ARTE CONTEMPORÂNEA”

Organização: Dra Salete Machado (UNESPAR) e Dr. Robson Rosseto (UNESPAR).

1º quadrimestre, v. 13, n. 1, jan./abr. 2019.
Submissão até 07/04/2019.

EMENTA: No contexto da recepção e mediação de obras de arte são fundamentais estudos de Giorgio Agaben sobre "O que é contemporâneo?" e de Jacques Rancière sobre "O espectador emancipado", articulados às Teorias da Recepção de Hans Robert Jauss, Mikhail Bakhtin, Umberto Eco, Vincent Jouve, Wolfgang Iser, dentre outros autores, que corroboram com a formação continuada do professor-artista-pesquisador, inserido no universo educacional, artístico e científico da sociedade contemporânea, de modo a propiciar-lhe condições de ampliar o acesso ao desenvolvimento da produção intelectual e artística com foco no ensino das Artes. Neste diapasão, esta edição da Revista Travessias interessa-se por: estudos da recepção da arte a partir de perspectivas teóricas que analisam as relações entre o espectador e as produções artísticas contemporâneas; reflexões sobre os processos sensoriais e perceptivos de leitura das diferentes formas de relação entre o público e a obra de arte; análises sobre o espectador como princípio formativo poético na relação dialógica entre Arte e Recepção; e sobre o papel do educador como mediador nas ações educativas no espaço escolar, cinemas, exposições, espetáculos, museus e demais interações entre Arte e Sociedade.

PALAVRAS-CHAVE: Arte contemporânea; Mediação artística; Processo e Recepção artística.

 

 

Dossiê: “MITOLOGIAS CONTEMPORÂNEAS”

Organização: Dr. Hertz Wendel de Camargo (UFPR), Dranda. Adriana Goreti de Oliveira Lopes (UNIOESTE).

2º quadrimestre, v. 13, n. 2, maio/ago. 2019.
Submissão até 02/08/2019.

EMENTA: Artes e narrativas contemporâneas são campos que compõem imaginários, criam mapas culturais e apresentam linguagens que dialogam com estruturas ancestrais universais, provando que há uma pós-vida (no conceito Warburguiano) das imagens arquetípicas em pulsões que circulam por meio de mitos, rituais, estruturas mentais, discursos, temporalidades, espaços, memória e a própria história humana. A proposta do dossiê é a de selecionar artigos que contemplem diferentes formas de mitologias contemporâneas. Da imagem pictórica à literatura e ao cinema, passando por artes como a dança, o teatro, a música, chegando às diferentes narrativas midiáticas – como a publicidade, o jornalismo, a televisão, o rádio, o vídeo, as mídias digitais –, é possível verificar que há, de fato, uma pós-vida do mito. O dossiê pretende destacar a interdisciplinaridade existente entre as áreas da Literatura, Linguagens, Artes, Cinema e Comunicação que possuem o mito como fio condutor de sentidos, discursos, políticas e estéticas, enfim, formas de ser e estar em sociedade.

PALAVRAS-CHAVE: Mitologia Contemporânea; literatura; cinema; arquétipos; narrativas digitais.



Dossiê: “MATRIZES HIPERMODERNAS NA LINGUAGEM, NA ARTE E NA CULTURA”

Organização: Dr. Acir Dias da Silva (UNIOESTE) e Dra. Maria Aparecida Rodrigues (Puc/GO).

3º quadrimestre, v. 13, n. 3, set/dez. 2019.
Submissão até 16/11/2018.

RESUMO: Neste dossiê objetivamos reunir produção cientifica qualificada sobre as MATRIZES HIPERMODERNAS NA LINGUAGEM, NA ARTE E NA CULTURA. A partir da compreensão dos aspectos centrais da modernidade decadente, verifica-se que a hipermodernidade objetiva distinguir a ação do desejo, a dissimulação, a simulação e os contrastes e conflitos paradoxais de diversos campos do conhecimento. O jogo dos contrários, a sedução extremada do corpo artístico, a sobreposição vital da hiper-realidade, o não dito, o acontecimento enquanto arte nas interfaces estéticas são aspectos que sobrepõem as fases do desejo, do contraste, do caráter embriagador e caótico, conduzindo a linguagem, a arte e cultura num processo alegórico multifacetado dos contrários. No continuo da dissimulação e simulação, a realidade representativa é um paradoxo desreferenciado sem fim. Temos como escopo teórico Gilles Lipovetsky, Nicolas Bourriaud, Zygmunt Bauman, Jean Baudrillard e outros.

PALAVRAS-CHAVE: Hipermodernidade; linguagem; arte e cultura.