COMPARAÇÃO DOS EFEITOS DA CORRENTE INTERFERENCIAL EM HOMENS E MULHERES ASSINTOMÁTICOS

Giovana Silva Sprizon, Pâmela Giovana Hotz, Dauana Arielli Dallacorte, Kimberly Suellen Bueno, Fernando Amâncio Aragão, Gladson Ricardo Flor Bertolini

Resumo

Na literatura atual existem lacunas sobre o fenômeno da acomodação no uso da corrente interferencial ou se há diferença entre os gêneros, com isso o objetivo foi avaliar o limiar de acomodação durante 20 minutos de exposição da corrente em diferentes intensidades, e comparar a diferença dos limiares entre os sexos feminino e masculino. Ensaio clínico, transversal, randomizado, de caráter quantitativo, com 30 voluntários saudáveis, divididos em 2 grupos compostos por 15 homens e 15 mulheres, com idade média de 21,6±2,09 anos 19,6±1,76 anos respectivamente. Os quais passaram por 20 minutos de corrente interferencial tetrapolar com os eletrodos dispostos sobre as vértebras L1 e L5. Foi avaliado o número de acomodação, tempo de acomodação e suas intensidades. Resultados: O número de acomodações do grupo mulheres foi maior em relação ao grupo homens, a intensidade da primeira acomodação do grupo homens mostrou-se mais elevada e o tempo entre a primeira e a terceira acomodação apontaram diferença significativa (p<0,05). Assim, o uso da Corrente Interferencial comparativo entre homens e mulheres, apresentaram diferença significativa na intensidade, quanto ao número de acomodação, intensidade e tempo.

Palavras-chave

Eletrotermofototerapia, Fisioterapia, Dor lombar.

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