Atividades de aventura: prática para um tempo livre para o consumo ou para um tempo livre mais humano?
DOI:
https://doi.org/10.36453/2318-5104.2013.v11.n2.p61Palabras clave:
Atividades de aventura, tempo livre, lazerResumen
O presente trabalho pretende analisar as possibilidades que as atividades de aventura oferecem para formar o ser humano para além do uso do tempo liberado pela sociedade. Neste sentido, se entende que o risco presente nas atividades de aventura, se apresenta como elemento educador do ser humano e o contato com a natureza possibilita a formação de indivíduos mais autônomos. Atrelada a estas ideias se propõe uma concepção de tempo livre e recreação, que defende algo a mais que o simples consumo e entretenimento. Entende-se que o tempo livre ao qual o ser humano deve aceder é aquele no qual seja, cada vez mais, sujeito de seu próprio condicionamento e não do que a sociedade lhe permite ou não permite fazer. Deste modo, conclui-se que as atividades de aventura oferecem o espaço propicio para gerar intervenções para um tempo livre mais humano na área do lazer.
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