O gosto e o valor de seu cultivo para consumar a obra teórica de Montesquieu em sentido filosófico e político

Autores

  • Arlei de Espíndola UEL (PR)

DOI:

https://doi.org/10.48075/rd.v12i1.37248

Palavras-chave:

Filosofia de Montesquieu, Interesse tardio pela arte, Papel do gosto, Lapidação humana, Elemento pedagógico, Liberdade civil, Divisão dos poderes, Constitucionalismo

Resumo

Na senda de valorizar a pesquisa que os filósofos da ilustração realizam e os interesses que manifestam, utilizo-me aqui, centralmente, de Montesquieu, que, por uma escrita aberta, móvel e multifacetada, partindo de um texto inacabado, de publicação póstuma, discute o nexo de gosto, prazer e felicidade. Ligo-o ao conjunto da obra, por minha conta, vendo-o na relação com o âmbito moral, ético, político, jurídico, pedagógico, principalmente, maneira pela qual fundamenta este uma especulação, longe de ser desprezível. Visa a esfera da filosofia e do direito, tendo-a enquanto meta, mas manifesta especial consideração pela criatividade humana, sendo o motivo porque adere, mesmo que tardiamente, ao estudo da estética e da filosofia da arte, desejando vislumbrar, fazer render, frutos ainda maiores, auxiliando na perspectiva de realizar-se secularmente, representando o móbil de todos os recursos diferenciados de que se utiliza o ser humano.

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Publicado

18-03-2026

Como Citar

ESPÍNDOLA, A. de. O gosto e o valor de seu cultivo para consumar a obra teórica de Montesquieu em sentido filosófico e político. Revista DIAPHONÍA, [S. l.], v. 12, n. 1, p. 93–114, 2026. DOI: 10.48075/rd.v12i1.37248. Disponível em: https://e-revista.unioeste.br/index.php/diaphonia/article/view/37248. Acesso em: 11 maio. 2026.

Edição

Seção

Artigos