O território da livre improvisação e a visão de Schöenberg

Autores

  • Marco Antônio Crispim Machado UNESPAR

DOI:

https://doi.org/10.48075/rd.v12i1.37253

Palavras-chave:

Livre improvisação, Desterritorialização, Klangfarbenmelodie

Resumo

O presente artigo se dedica ao campo das poéticas da criação musical e das
conexões dos pensamentos em teoria musical com o pensamento filosófico. Propõe, com
isso, estabelecer as características constituintes do território sobre o qual se desenvolveu
ao longo do século XX até o presente momento as práticas de livre improvisação.
Estabelece como ponto de partida a visão de Schöenberg de 1911 onde formula a ideia de
klangfarbenmelodie e, em continuação todo desenvolvimento da chamada estética da
sonoridade. A partir dos conceitos de desterritorialização de Deleuze e Guattari e das
formulações de Schöenberg, Didier Guigue e Rogério Costa é possível traçar os pontos de
conexão e confluência entre as práticas criativas de escritura e improvisativas.

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Publicado

18-03-2026

Como Citar

MACHADO, M. A. C. O território da livre improvisação e a visão de Schöenberg. Revista DIAPHONÍA, [S. l.], v. 12, n. 1, p. 134–154, 2026. DOI: 10.48075/rd.v12i1.37253. Disponível em: https://e-revista.unioeste.br/index.php/diaphonia/article/view/37253. Acesso em: 11 maio. 2026.

Edição

Seção

Artigos