Merleau-Ponty e Clarice Lispector:

no princípio era o gesto

Autores

  • Bruna Barbosa Retameiro UNIOESTE

DOI:

https://doi.org/10.48075/rd.v12i1.37254

Palavras-chave:

Linguagem, Expressão, Fenomenologia

Resumo

Neste ensaio temos como objetivo principal apresentar a noção de gesto, como o
algo que antecede a palavra escrita e a palavra falada, e que pode ser entendido como uma
expressão genuína, fonte de uma linguagem criadora, a partir da perspectiva filosófica de
Merleau-Ponty. Para isso, usaremos como referências bibliográficas as obras
Fenomenologia da percepção e A linguagem indireta e as vozes do silêncio. Para fazer um
contraponto, faremos uma breve descrição da visão de Santo Agostinho, sobre a questão
da linguagem, a partir da obra De Magistro. Em paralelo com a perspectiva de MerleauPonty, traremos alguns trechos da obra Água viva, da escritora Clarice Lispector, que
também trazem à tona a temática em questão. Para que possamos chegar ao objetivo
principal, faz-se necessário trazer a tona alguns conceitos básicos para o filósofo como as
noções de corpo fenomenal, mundo perceptivo, gesto e expressão.

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Publicado

18-03-2026

Como Citar

RETAMEIRO, B. B. Merleau-Ponty e Clarice Lispector:: no princípio era o gesto. Revista DIAPHONÍA, [S. l.], v. 12, n. 1, p. 234–241, 2026. DOI: 10.48075/rd.v12i1.37254. Disponível em: https://e-revista.unioeste.br/index.php/diaphonia/article/view/37254. Acesso em: 11 maio. 2026.

Edição

Seção

Escritos com prazer