Língua Brasileira de Sinais: contribuições para a formação do secretário executivo
DOI:
https://doi.org/10.48075/revex.v18i1.21813Keywords:
Secretariado Executivo, Libras, InclusãoAbstract
A Língua Brasileira de Sinais – Libras – tem sido alvo de discussões nos mais diversos campos de formação superior, dada a necessidade de sua difusão na sociedade. Em relação aos cursos de Secretariado Executivo, apesar de haver uma preocupação com a formação em línguas e o com gerenciamento de pessoas, as questões relacionadas às demandas dos sujeitos surdos e à língua de sinais ainda são pouco abordadas. Assim, este artigo visa descrever e analisar uma experiência de estágio vivenciada por uma graduanda em Secretariado Executivo Trilíngue como secretária em um Curso de Libras. A metodologia do estudo foi pautada na abordagem qualitativa, com enfoque analítico-descritivo e buscou correlacionar as áreas do Secretariado e da Libras. Os resultados demonstraram que o estágio proporcionou à estudante uma formação diferenciada, com a aquisição de mais uma língua, e o desenvolvimento de experiências de atuação na perspectiva inclusiva, por meio do contato com pessoas surdas.
References
BÍSCOLI, Fabiana Regina Veloso; LOTTE, Roseli Immig. Reflexões teóricas sobre a importância da comunicação em Secretariado Executivo. Revista Expectativa, v. 5, n. 5, p. 157-172, 2016.
BRASIL. Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005. Regulamenta a Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – Libras –, e o art. 18 da Lei nº10.098, de 19 de dezembro de 2000. Publicado no Diário Oficial da União, em 22 de dezembro de 2005. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2005/decreto/d5626.htm>. Acesso em: 15 abr. 2018.
BRASIL. Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – Libras – e dá outras providências. Publicada no Diário Oficial da União, em 24 de abril de 2002. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2002/L10436.htm>. Acesso em: 15 abr. 2018.
BRASIL. Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008, que dispõe sobre o estágio de estudantes. Publicada no Diário Oficial da União, em 25 de setembro de 2008. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2008/lei/l11788.htm>. Acesso em: 24 abr. 2018.
CARVALHO, Antonio Pires de; GRISSON, Diller. Manual do secretariado executivo. 3ª ed. São Paulo: D’Livros Editora, 2000.
FERREIRA, Riane Simões Libório. Relatório final de estágio supervisionado do Curso de Extensão em Língua Inglesa. Disponível em: <http://www.novoscursos.ufv.br/graduacao/ufv/sec/www/wp-content/uploads/2014/05/Riane-Sim%C3%B5es-Lib%C3%B3rio-Ferreira-66018.pdf>
. Acesso em: 29 abr. 2018.
FENASSEC. Código de Ética do Profissional de Secretariado. 1989. Disponível em: <http://www.fenassec.com.br/b_osecretariado_codigo_etica.html>. Acesso em: 25 abr. 2018.
GESSER, Audrei. O ouvinte e a surdez: sobre ensinar e aprender a LIBRAS. São Paulo: Parábola Editorial, 2012.
LIMA, Telma Cristiane Sasso de; MIOTO, Regina Célia Tamaso. Procedimentos metodológicos na construção do conhecimento científico: a pesquisa bibliográfica. Revista Katálysis, v. 10, n. spe, 2007. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1414-49802007000300004>. Acesso em: 01 abr. 2018.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Parecer nº 102 CES/CNE, aprovado em 11 de março de 2004, que dispõe sobre as Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso de graduação em Secretariado Executivo. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/CES0102.pdf>. Acesso em: 29 abr. 2018.
MONTEIRO, Myrna Salerno. História dos movimentos dos surdos e o reconhecimento da LIBRAS no Brasil. Educação Temática Digital, v. 7, n. 2, p. 292-302, 2016.
NONATO JÚNIOR, Raimundo. Epistemologia e teoria do conhecimento em secretariado executivo: a fundação das ciências da assessoria. Fortaleza: Expressão Gráfica, 2009.
RIBEIRO, Nilzenir de Lourdes Almeida. Secretariado: do escriba ao gestor. São Luís: [s.n.], 2002.
ROCHA, Mattheus. Importância das redes sociais em estratégias de marketing digital. Academia do Marketing. 2015. Disponível em: <http://www.academiadomarketing.com.br/importancia-das-redes-sociais-em-estrategias-de-marketing-digital/>. Acesso em: 24 fev. 2018.
ROCHA, Solange. O INES e a educação de surdos no Brasil. Rio de Janeiro: INES, 2ª ed, 2008.
SABINO, Rosimeri Ferraz; ROCHA, Fabio Gomes. Secretariado: do escriba ao web writer. Rio de Janeiro: Brasport, 2004.
SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 23ª ed. São Paulo: Cortez, 2007.
STROBEL, Karin. História da Educação de Surdos. Disponível em: <http://www.libras.ufsc.br/colecaoLetrasLibras/eixoFormacaoEspecifica/historiaDaEducacaoDeSurdos/assets/258/TextoBase_HistoriaEducacaoSurdos.pdf>. Acesso em: 25 abr. 2018.
THIOLLENT, Michel. Metodologia da Pesquisa-ação. São Paulo: Cortez, 1996.
VALADÃO, Michelle Nave; GEDIEL, Ana Luisa Borba; DE LIMA, Luana Isabel Gonçalves. Experiências acerca do curso de extensão em Língua Brasileira de Sinais. Interdisciplinar-Revista de Estudos em Língua e Literatura, v. 19, n. 2 p. 179-190, 2013.
VALADÃO, Michelle Nave; CAETANO, Carla Rejane de Paula Barros; DA SILVA PAULA, Juliana. Estágio supervisionado em educação de surdos na perspectiva da educação inclusiva: relato de experiência. Raído, v. 8, n. 15, p. 267-282, 2014.
Downloads
Additional Files
Published
Issue
Section
License
Aviso de Direito Autoral Creative Commons
Política para Periódicos de Acesso Livre
Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:
1. Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Licença Creative Commons Attribution que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.
2. Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.
3. Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Veja O Efeito do Acesso Livre).
Licença Creative Commons
Esta obra está licenciada com uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-CompartilhaIgual 4.0 Internacional, o que permite compartilhar, copiar, distribuir, exibir, reproduzir, a totalidade ou partes desde que não tenha objetivo comercial e sejam citados os autores e a fonte.