About the Journal
POLÍTICA EDITORIAL DA REVISTA “NeoKrísis”
1. Identidade e missão
A Revista NeoKrísis é um periódico acadêmico vinculado ao Grupo de Pesquisa NeoKrísis, dedicado à publicação de estudos nas áreas de Teorias Políticas e Teorias Jurídicas, com especial abertura a pesquisas em Filosofia Política, Filosofia do Direito, Teoria do Estado, Democracia, Direitos Humanos, Justiça, Ética, Constitucionalismo, Paz, Guerra, Soberania, Instituições e temas correlatos.
A missão da revista é promover a reflexão crítica, rigorosa e plural sobre os problemas fundamentais da vida política, jurídica e institucional contemporânea, acolhendo contribuições que articulem tradição filosófica, pensamento jurídico, teoria social e análise crítica da realidade histórica.
2. Escopo
A Revista NeoKrísis publica trabalhos inéditos e originais que contribuam para o desenvolvimento dos debates acadêmicos relacionados às seguintes áreas:
1. Teorias Políticas.
2. Teorias Jurídicas.
3. Filosofia Política moderna e contemporânea.
4. Filosofia do Direito.
5. Teoria do Estado e da Democracia.
6. Direitos Humanos e novos direitos.
7. Justiça, cidadania e reconhecimento.
8. Paz, guerra e ordem internacional.
9. Soberania, constitucionalismo e instituições.
10. Ética, política e sociedade.
11. Relações entre direito, poder e legitimidade.
12. Estudos interdisciplinares relacionados ao campo político-jurídico.
A revista poderá publicar artigos, ensaios acadêmicos, resenhas, traduções, entrevistas, dossiês temáticos e documentos de interesse científico, conforme decisão da Comissão Editorial.
3. Periodicidade
A Revista NeoKrísis terá periodicidade semestral, com publicação de dois números por ano, correspondentes aos períodos janeiro-junho e julho-dezembro. A revista adotará o sistema de publicação em fluxo contínuo, de modo que cada número será aberto com a publicação do Expediente e do Editorial, e os trabalhos aprovados serão publicados progressivamente ao longo do semestre, após a conclusão do processo de avaliação por pares cega, revisão editorial, normalização e editoração.
4. Compromisso com a qualidade acadêmica
A revista compromete-se com a publicação de trabalhos que apresentem qualidade científica, originalidade, relevância teórica, rigor metodológico, clareza argumentativa e adequada fundamentação bibliográfica. A decisão editorial considerará a contribuição efetiva do manuscrito para o campo de conhecimento, sua adequação ao escopo da revista e o resultado da avaliação por pares.
5. Avaliação por pares
Os artigos submetidos à Revista NeoKrísis passarão inicialmente por avaliação preliminar da Comissão Editorial, que verificará:
1. Adequação ao escopo da revista.
2. Observância das normas de submissão.
3. Originalidade mínima da proposta.
4. Qualidade formal do manuscrito.
5. Ausência de identificação de autoria no arquivo submetido, quando aplicável.
6. Conformidade ética e acadêmica.
Após a avaliação preliminar, os textos considerados aptos serão encaminhados a pareceristas externos ou membros qualificados do corpo avaliador, preferencialmente pelo sistema duplo-cego. Os Princípios de Transparência e Boas Práticas em Publicação Científica recomendam que os periódicos declarem claramente se os conteúdos são avaliados por pares, quem realiza a avaliação, qual modalidade de revisão é adotada e quais políticas regulam o processo.
6. Decisão editorial
Com base nos pareceres recebidos, a editoria poderá decidir por:
1. Aceitação sem alterações.
2. Aceitação com pequenas correções.
3. Aceitação condicionada a reformulações substanciais.
4. Nova rodada de avaliação após reformulação.
5. Rejeição.
A decisão final caberá à Comissão Editorial ou ao editor responsável pelo manuscrito, considerando os pareceres, a adequação ao escopo da revista e a política editorial vigente.
7. Ética na publicação
A Revista NeoKrísis não aceitará práticas incompatíveis com a integridade acadêmica, tais como:
1. Plágio.
2. Autoplágio indevido.
3. Fabricação ou falsificação de dados.
4. Manipulação de fontes.
5. Citação de obras inexistentes.
6. Apropriação indevida de ideias.
7. Submissão simultânea do mesmo manuscrito a outro periódico.
8. Inclusão indevida de autores.
9. Omissão de autores que contribuíram substancialmente para o trabalho.
10. Manipulação do processo de avaliação por pares.
O COPE destaca a necessidade de processos claros para lidar com autoria, conflitos de interesse, reclamações, suspeitas de má conduta e problemas éticos antes e depois da publicação.
8. Autoria e contribuição
A autoria deve ser atribuída apenas às pessoas que tenham contribuído substancialmente para a concepção, desenvolvimento, redação, revisão crítica ou aprovação final do manuscrito. Todos os autores devem conhecer e aprovar a versão submetida. A inclusão de autores honorários, convidados ou sem contribuição efetiva será considerada prática inadequada. Quando houver mais de um autor, a revista poderá solicitar a indicação da contribuição específica de cada participante.
9. Conflitos de interesse
Autores, pareceristas e editores deverão declarar situações que possam configurar conflito de interesses. São considerados conflitos de interesse aqueles de natureza pessoal, acadêmica, institucional, política, religiosa, econômica ou profissional que possam interferir na avaliação, na decisão editorial ou na interpretação do manuscrito. Quando um editor possuir conflito de interesse em relação a determinado manuscrito, deverá abster-se de participar de sua tramitação, sendo substituído por outro membro da equipe editorial.
10. Financiamento
Os autores deverão declarar, quando aplicável, as fontes de financiamento, bolsas, auxílios, convênios ou apoios institucionais relacionados à pesquisa. A ausência de financiamento também poderá ser declarada, quando pertinente.
11. Uso de inteligência artificial
A Revista NeoKrísis admite o uso responsável de ferramentas de inteligência artificial generativa como apoio à revisão linguística, tradução, organização textual ou tratamento técnico de dados, desde que tal uso seja declarado quando tiver contribuído de modo relevante para a produção do manuscrito. Ferramentas de inteligência artificial não poderão ser indicadas como autoras ou coautoras, pois não assumem responsabilidade intelectual, ética ou jurídica pelo conteúdo publicado. Os autores permanecem integralmente responsáveis pela originalidade, precisão, verificabilidade das fontes, correção das citações e conteúdo final do manuscrito.
Sugere-se a seguinte Declaração, quando aplicável:
Declaração de uso de inteligência artificial: Os autores declaram que utilizaram ferramenta de inteligência artificial generativa para apoio em revisão linguística, tradução ou organização textual, mantendo integral responsabilidade pela verificação das informações, pela autenticidade das citações, pela originalidade e pelo conteúdo final do manuscrito.
12. Plágio e verificação de originalidade
A Revista NeoKrísis poderá utilizar ferramentas de detecção de similaridade textual, bem como análise editorial própria, para verificar indícios de plágio, auto plágio ou uso inadequado de textos previamente publicados. A identificação de similaridade textual não implica automaticamente plágio, mas será analisada pela editoria em seu contexto, considerando citações, paráfrases, referências e reaproveitamento indevido de produção anterior.
13. Retratação, correção e manifestação editorial
Caso sejam identificados erros relevantes após a publicação, a revista poderá publicar errata, correção, nota editorial, expressão de preocupação ou retratação, conforme a gravidade do caso. A retratação poderá ocorrer quando houver comprovação de plágio, má conduta, fabricação de dados, erro grave ou violação ética que comprometa a validade acadêmica do trabalho publicado.
14. Acesso aberto
A Revista NeoKrísis adotará política de acesso aberto, garantindo a disponibilização gratuita de seus conteúdos aos leitores, com o objetivo de ampliar a circulação do conhecimento acadêmico e favorecer o debate público qualificado. A política de direitos autorais e licenciamento deverá ser definida e informada no site da revista, preferencialmente com indicação clara da licença adotada.
15. Direitos autorais
Os autores manterão os direitos autorais sobre seus textos, concedendo à Revista NeoKrísis o direito de primeira publicação. A reprodução, distribuição ou utilização posterior dos textos deverá observar a licença adotada pela revista e a devida indicação de autoria, fonte e dados da publicação original.
16. Idiomas aceitos
A Revista NeoKrísis poderá receber trabalhos em português, espanhol, inglês ou italiano, desde que observadas as normas editoriais e a qualidade linguística exigida. Todos os artigos deverão conter título, resumo e palavras-chave em português e inglês. Quando o artigo for redigido em outro idioma, poderá ser solicitado resumo também no idioma original.
17. Dossiês temáticos
A revista poderá organizar dossiês temáticos coordenados por editores convidados, desde que aprovados pela Comissão Editorial. Os textos submetidos a dossiês deverão seguir as mesmas normas de avaliação, ética e qualidade aplicadas aos demais artigos da revista. A participação em dossiê não dispensa a avaliação por pares.
18. Resenhas, traduções e entrevistas
A Revista NeoKrísis poderá publicar resenhas de obras recentes ou clássicas, traduções comentadas de textos relevantes e entrevistas com pesquisadores de reconhecida contribuição acadêmica. Traduções deverão vir acompanhadas de autorização, quando necessária, e de informação clara sobre a edição utilizada.
19. Responsabilidade dos autores
As ideias, interpretações, dados, citações, referências e opiniões expressas nos textos publicados são de responsabilidade exclusiva de seus autores. A publicação de um artigo não implica concordância automática da Revista NeoKrísis, do Grupo de Pesquisa "NeoKrísis" ou de sua Comissão Editorial com as posições defendidas no manuscrito.
20. Transparência editorial
A Revista NeoKrísis compromete-se a manter publicamente disponíveis, em seu site, informações sobre:
1. Escopo da revista.
2. Equipe editorial.
3. Conselho editorial e científico.
4. Normas de submissão.
5. Processo de avaliação por pares.
6. Política de ética e integridade acadêmica.
7. Política de acesso aberto.
8. Periodicidade.
9. Direitos autorais e licenciamento.
10. Contatos institucionais.
A transparência dessas informações é recomendada por diretrizes internacionais de boas práticas, que ressaltam a importância de tornar visíveis a governança editorial, os procedimentos de revisão, as políticas éticas e as condições de acesso e publicação.
21. Disposição final
Os casos omissos serão analisados pela Comissão Editorial da Revista NeoKrísis, observando-se o escopo da revista, a ética acadêmica, as boas práticas da publicação científica e o compromisso com a qualidade, a pluralidade e o rigor da produção intelectual.
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