EFICIÊNCIA DA APLICAÇÃO DE AZOSPIRILLUM BRASILENSE ASSOCIADO AO NITROGÊNIO NA CULTURA DO MILHO

Maicon Diego Altmayer Rockenbach, Jimmy Walter Rasche Alvarez, Diego Augusto Fatecha Fois, Tales Tiecher, Júlio Cesar Karajallo, Simeón Aguayo Trinidad

Resumo

Considerando a importância do manejo do nitrogênio (N) e da fixação biológica de N através de bactérias diazotróficas, conduziu-se este experimento com o objetivo de avaliar os componentes da produção e produtividade do milho em função de doses de Azospirillum. brasilense associado à aplicação ou não de N em cobertura. O experimento foi conduzido no município de Mbaracayú, Paraguai, durante o ano agrícola 2015, sob um Latossolo Vermelho distróférrico (Rhodic Paleudox). O delineamento experimental utilizado foi em blocos ao acaso em esquema fatorial 2 × 4, com quatro repetições. O primeiro fator compreendeu as doses de N (0 e 60 kg ha‒1) e o segundo fator a inoculação das sementes com A. brasilense (testemunha sem inoculação, ½, 1 e 2 vezes a dose de A. brasilense). O híbrido utilizado foi o Pioneer 30K73®, semeado no espaçamento de 0,45 m entre linhas, com três plantas por metro linear. Foram mensurados componentes morfológicos e produtivos da cultura e produtividade de grãos. A aplicação de 60 kg ha‒1 de N em cobertura proporcionou maior altura de planta aos 60 dias; diâmetro de colmo; diâmetro, comprimento e massa seca de espiga; produtividade e massa de mil grãos. No entanto, o peso hectolitro não foi alterado. Com exceção do diâmetro da espiga, não houve influência nos parâmetros avaliados devido à inoculação das sementes com A. brasilense.

 

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