Cartas portuguesas: sujeito e língua imbuídos de amor

Priscila Finger do Prado

Resumo

Este trabalho objetiva a análise da subjetividade nas Cartas portuguesas, de Mariana Alcoforado, uma subjetividade que se quer amorosa e, por isso, contraditória. Para realizar-se tal análise, buscou-se uma leitura discursiva do objeto de análise, procurando-se traços que justificassem a hipótese de uma subjetividade amorosa inscrita nas cartas da sóror portuguesa.

Palavras-chave

Cartas portuguesas; subjetividade; discurso amoroso

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