AUTONOMIA E SUBJETIVIDADE DA MULHER NEGRA: UM ESTUDO EM THE HANGMAN’S GAME
Elizandra Fernandes
Resumo
Considera-se a subjetividade da mulher negra por meio da análise da personagem Auntie Lou, do romance hipodiegético The Hangman’s Game (2007 – Karen King-Aribisala). Propõe-se verificar a construção da autonomia da personagem-escrava a partir de seu convívio com a sociedade branca dominante da Demerara (Guiana) de 1823, fundamentada em passagens da hiponarrativa associadas a teorias investigativas da subjetividade e feminismo (Ashcroft, Bhabha, Rice, Young, entre outros). Diante dessa junção entre feminismo e subjetividade possibilitar-se-á concluir a identidade negra feminina como metonímia do poder negro em uma sociedade duramente colonizada.
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Revista Travessias
PESQUISAS EM EDUCAÇÃO, CULTURA, LINGUAGEM E ARTE
ISSN 1982-5935 (versão eletrônica)
Unioeste - Universidade Estadual do Oeste do Paraná
Campus de Cascavel
Programa de Pós-Graduação em Letras
Grupo de Pesquisas em Educação, Cultura, Linguagem e Arte
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