ONTOLOGIA E MEDIAÇÃO: KANT, PEIRCE E JUNG
Ana Lucia Fernandez, Ermelinda G. F. Silveira, Kariston Pereira, Shirley Queiroz, Richard Perassi L. de Sousa, Francisco A. P. Fialho
Resumo
As origens deste texto decorrem das reflexões realizadas em grupo, durante o desenvolvimento das disciplinas “Epistemologia e Ciência” e “Semiótica, Estética e Conhecimento”, ambas do Programa de Pós-Graduação em Engenharia e Gestão do Conhecimento - UFSC. A principal questão abordada é a intuição na origem do conhecimento, como foi primeiramente proposta nas categorias apresentadas na “Crítica da Razão Pura” de Immanuel Kant, as quais questionaram o cartesianismo. Posteriormente, as categorias kantianas também foram criticadas por Charles S. Peirce, que foi autor de uma série de sete questões sobre o tema em estudo. Essas questões são apresentadas e discutidas a seguir, de acordo com o pensamento de Peirce e, também, com as idéias de Carl Gustav Jung. O ponto de convergência que justifica o confronto das idéias de Peirce e Jung é o conceito de símbolo que foi adotado e particularmente desenvolvido pelos dois pensadores.
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Revista Travessias
PESQUISAS EM EDUCAÇÃO, CULTURA, LINGUAGEM E ARTE
ISSN 1982-5935 (versão eletrônica)
Unioeste - Universidade Estadual do Oeste do Paraná
Campus de Cascavel
Programa de Pós-Graduação em Letras
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