AVALIAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO DE ALFACE COM APLICAÇÃO DE DEJETOS SUÍNOS DE BIODIGESTOR

Autores

  • Anna Carolina Maldaner Angnes
  • Angélica Fiori
  • Jéssica Cristina Poppi
  • Luciana Alves Fogaça

DOI:

https://doi.org/10.48075/actaiguaz.v5i5.15922

Resumo


No Paraná, a maior produção de suínos se concentra na região Oeste do estado. O sistema de tratamento via compostagem dos resíduos da suinocultura é uma prática que vem crescendo entre os criadores de suínos. A alternativa de tratamento de dejetos de suínos pelo processo de compostagem é extremamente importante e absolutamente segura para as regiões de pequenas propriedades. O presente trabalho teve como objetivo avaliar a produtividade de Alface (Lactuca sativa L.) que é a hortaliça folhosa mais consumida no Brasil, sendo fonte de vitaminas e sais minerais, com aplicação de doses crescentes de dejeto líquido de suínos em substituição ao adubo químico. O presente trabalho foi conduzido em casa de vegetação, na estação experimental de cultivo protegido, pertencente à Pontifícia Universidade Católica do Paraná - PUCPR, Campus de Toledo, PR. O dejeto suíno utilizado no experimento foi coletado fresco, em Biodigestor da Granja Toledo, localizada na estrada para Ouro Verde do Oeste. A semeadura de alface crespa foi realizada em bandejas de isopor com 128 células contendo Latossolo Vermelho, composto por 4 tratamentos, com as seguintes porcentagens de adubação: 0%, 25%, 50%, 75% ha-¹, de adubo orgânico. Os parâmetros avaliados foram: plantas emergidas, altura das plantas, comprimento da raiz, número de folhas, matéria seca e matéria fresca. Este trabalho mostrou resultados positivos, pois a germinação com o composto orgânico obteve um resultado semelhante à testemunha.

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Publicado

01-01-2000

Como Citar

MALDANER ANGNES, A. C.; FIORI, A.; CRISTINA POPPI, J.; ALVES FOGAÇA, L. AVALIAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO DE ALFACE COM APLICAÇÃO DE DEJETOS SUÍNOS DE BIODIGESTOR. Acta Iguazu, [S. l.], v. 5, n. 5, p. 34–40, 2000. DOI: 10.48075/actaiguaz.v5i5.15922. Disponível em: https://e-revista.unioeste.br/index.php/actaiguazu/article/view/15922. Acesso em: 8 ago. 2022.

Edição

Seção

ARTIGOS CIENTÍFICOS