RESPOSTAS DE CULTIVARES DE ARROZ A FORMAS DE INOCULAÇÃO COM AZOSPIRILLUM BRASILENSE

Autores

  • Alexandrius de Moraes Barbosa
  • Lucas Almeida Pancieiro
  • Tiago Aranda Catuchi
  • Fábio Fernando Araújo
  • Carlos Sérgio Tiritan
  • Marcelo de Almeida Silva

DOI:

https://doi.org/10.48075/actaiguaz.v5i3.15943

Resumo


A inoculação com o Azospirillum é uma prática que pode trazer grandes benefícios à cultura do arroz e de outras gramíneas, com consideráveis aumentos na produtividade e redução no uso de adubos nitrogenados. Porém, para que esta prática seja mais confiável são necessários resultados mais consistentes e estáveis quanto ao uso dessas rizobactérias. Com base nisso, o objetivo deste trabalho foi avaliar formas de inoculação de bactérias do gênero Azospirillum no crescimento de três cultivares de arroz. O experimento foi conduzido em condições de casa-de-vegetação em Presidente Prudente-SP. O delineamento experimental adotado foi o inteiramente casualizado no esquema fatorial 3 x 3, sendo estudadas três cultivares de arroz (BRS Sertaneja; BRS Primavera, e Epagri 106) e três formas de aplicação de inoculante contendo bactérias do gênero Azospirillum (aplicação do inoculante nas sementes antes da semeadura; aplicação do inoculante diretamente no sulco após a semeadura, e semeadura das sementes sem aplicação do inoculante, como testemunha). Observou-se efeito de cultivares e formas de aplicação nos atributos altura de plantas e estimativa do teor de clorofila, enquanto a área foliar foi afetada pelas formas de aplicação, e o comprimento radicular pela interação. A cultivar Epagri 106 apresentou mais respostas positivas à inoculação com Azospirillum brasilense. O método de aplicação de Azospirillum brasilense via sulco de semeadura foi o mais indicado para inoculação em arroz.

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Publicado

01-01-2000

Como Citar

DE MORAES BARBOSA, A.; ALMEIDA PANCIEIRO, L.; ARANDA CATUCHI, T.; ARAÚJO, F. F.; TIRITAN, C. S.; DE ALMEIDA SILVA, M. RESPOSTAS DE CULTIVARES DE ARROZ A FORMAS DE INOCULAÇÃO COM AZOSPIRILLUM BRASILENSE. Acta Iguazu, [S. l.], v. 5, n. 3, p. 99–110, 2000. DOI: 10.48075/actaiguaz.v5i3.15943. Disponível em: https://e-revista.unioeste.br/index.php/actaiguazu/article/view/15943. Acesso em: 18 ago. 2022.

Edição

Seção

ARTIGOS CIENTÍFICOS