DETERMINAÇÃO DE UMA MELHOR CONCENTRAÇÃO DE ANTIOXIDANTES (DBPC E TBHQ) PARA ESTABILIDADE OXIDATIVA DO ÓLEO VEGETAL DERIVADO DE PINHÃO-MANSO COMO FLUÍDO ISOLANTE EM TRANSFORMADORES

Autores

  • Cornélio Primieri
  • Bianca Fiori Primieri
  • Claiton Markus Schlindwein

DOI:

https://doi.org/10.48075/actaiguaz.v5i5.15974

Resumo


A presente pesquisa teve como objetivo determinar uma concentração melhor de antioxidantes para estabilidade oxidativa do óleo vegetal isolante derivado de pinhão-manso. Este óleo é um atraente candidato a fluído isolante para transformadores em substituição ao óleo mineral e a óleos vegetais derivados de culturas alimentares, por ser um produto agrícola de fácil produção e biodegradável.  A sua estabilidade oxidativa é um fator preocupante na utilização deste, uma vez que esta relacionada à vida útil do óleo vegetal. Para determinação da estabilidade oxidativa foram utilizados dois antioxidantes o butil-hidroxitolueno (DBPC) e o terc-butil-hidroquinona (TBHQ) como aditivos no óleo vegetal, mediante o envelhecimento acelerado sob fluxo de ar a 110ºC e a 130ºC, pelo equipamento Rancimat, no Laboratório de Pesquisas em Óleo Química do Centro Universitário FAG. Foram elaboradas 13 amostras com concentrações de aditivos diferentes, realizadas 4 repetições de cada uma e calculado uma média para cada concentração. Os resultados da pesquisa demonstraram que a amostra que apresentou a melhor estabilidade oxidativa a 110ºC foi a obtida com a concentração de 0,3% m/m de TBHQ (53,29 horas). Já para a temperatura de 130ºC o melhor caso de concentração de antioxidantes foi 0,3% m/m de TBHQ (13,01 horas). Desta maneira, conclui-se que a melhor determinação de antioxidantes para estabilidade oxidativa do óleo vegetal isolante de pinhão-manso é a concentração de 0,3% m/m de TBHQ.

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Publicado

01-01-2000

Como Citar

PRIMIERI, C.; FIORI PRIMIERI, B.; MARKUS SCHLINDWEIN, C. DETERMINAÇÃO DE UMA MELHOR CONCENTRAÇÃO DE ANTIOXIDANTES (DBPC E TBHQ) PARA ESTABILIDADE OXIDATIVA DO ÓLEO VEGETAL DERIVADO DE PINHÃO-MANSO COMO FLUÍDO ISOLANTE EM TRANSFORMADORES. Acta Iguazu, [S. l.], v. 5, n. 5, p. 100–107, 2000. DOI: 10.48075/actaiguaz.v5i5.15974. Disponível em: https://e-revista.unioeste.br/index.php/actaiguazu/article/view/15974. Acesso em: 8 ago. 2022.

Edição

Seção

ARTIGOS CIENTÍFICOS