NÍVEIS DE COMPACTAÇÃO EM PASTAGEM DE SISTEMA INTENSIVO E EXTENSIVO DE PRODUÇÃO

Autores

  • Carlos Roberto Moreira
  • Paula Scanagatta Galletto
  • Raquel Wedmann
  • Helton Aparecido Rosa

DOI:

https://doi.org/10.48075/actaiguaz.v5i5.15980

Resumo


Pastagens mal manejadas podem levar à degradação do solo, com a perda de vigor, de produtividade, e da capacidade de recuperação natural para sustentar os níveis de produção demandados. Esta pesquisa foi realizada em área de pastagem na Chácara Camagril no município de Cascavel-PR, onde se avaliou os níveis de compactação do solo devido ao pisoteio de bovinos, através da resistência do solo à penetração - RP, em dois sistemas de produção, intensivo e extensivo. O delineamento experimental foi em blocos casualizados com dois tratamentos e dez repetições. No primeiro tratamento (T1) os animais encontravam-se em sistema de confinamento na mangueira e o segundo tratamento (T2) os animais ficavam a pasto. Os resultados obtidos no sistema intensivo mostraram elevados índices de compactação, os valores de RP chegaram até 4,5 Mpa, entre 2 a 7 cm de profundidade, na média todos os valores de RP medidos ficaram acima de 2,5 Mpa. Os resultados do sistema pastagem extensiva apresentaram valores de RP foram menores que 2,5 Mpa, variando de 1,5 a 2,3 Mpa entre 0 a 8 cm de profundidade, mantendo-se estável 1,5 Mpa, nas profundidades maiores. As medidas de RP obtidas no sistema intensivo apresentaram valores altos de compactação do solo, que podem ter ocorrido devido ao pisoteio constante do gado em um único local, sendo recomendada uma rotação de área através do manejo de rotação por piquetes. Concluiu-se que o aumento na intensidade de pastejo e do maior tempo de pastejo por área resultou em maior compactação, elevando os valores de resistência à penetração.

 

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Publicado

01-01-2000

Como Citar

MOREIRA, C. R.; SCANAGATTA GALLETTO, P.; WEDMANN, R.; ROSA, H. A. NÍVEIS DE COMPACTAÇÃO EM PASTAGEM DE SISTEMA INTENSIVO E EXTENSIVO DE PRODUÇÃO. Acta Iguazu, [S. l.], v. 5, n. 5, p. 145–153, 2000. DOI: 10.48075/actaiguaz.v5i5.15980. Disponível em: https://e-revista.unioeste.br/index.php/actaiguazu/article/view/15980. Acesso em: 8 ago. 2022.

Edição

Seção

ARTIGOS CIENTÍFICOS