VARIEDADES DE SOJA SUBMETIDAS A TRATAMENTOS QUÍMICOS DE SEMENTES

Autores

  • Leonardo Contin Damazio
  • Ana Paula Morais Mourão Simonetti
  • Silene Tais Brondani

DOI:

https://doi.org/10.48075/actaiguaz.v5i5.15992

Resumo


A cultura que obteve maior crescimento no Brasil, nas ultimas três décadas, foi a soja, essa representa hoje, 49% da área plantada em grãos no país. Essa expansão associada com o monocultivo da cultura resulta em aparecimentos e adaptações de novas pragas que acabam reduzindo de alguma forma seu potencial produtivo. Uma das alternativas para minimizar essa perda, é o tratamento de sementes, que vem sendo amplamente utilizado, obtendo resultados fisiológicos e econômicos desejáveis. O presente trabalho foi realizado no Centro Universitário Assis Gurgacz, situado em Cascavel-PR; tendo o objetivo de avaliar o efeito de diferentes tratamentos de sementes a base de inseticidas, na germinação e desenvolvimento inicial das plântulas de soja. O experimento foi montado em delineamento inteiramente casualizado, em esquema fatorial de formato 2x4 com duas variedades e quatro tratamentos químicos, sendo as variedades NA 5909 RR (Nidera Sementes) e BMX Ponta IPRO (Brasmax). Os tratamentos químicos utilizados foram: Standak Top® (BASF), Dermacor® (DuPont) e Cropstar® (Bayer), nas doses: 200 mL 100kg-1 ,100 mL 100kg-1, 500 mL 100kg-1 e 0 mL 100kg-1, com 4 repetições, totalizando 32 parcelas experimentais. Os dados foram submetidos à análise de variância e as médias comparadas pelo teste de Tukey a 1% de significância. Os resultados demonstram que os tratamentos químicos utilizados nas sementes de soja não interferiram na germinação, número de sementes mortas e massa fresca de plântulas. Entretanto, o índice de velocidade de germinação (IVG) foi afetado negativamente pelo uso do Standak Top®.

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Publicado

01-01-2000

Como Citar

CONTIN DAMAZIO, L.; MORAIS MOURÃO SIMONETTI, A. P.; BRONDANI, S. T. VARIEDADES DE SOJA SUBMETIDAS A TRATAMENTOS QUÍMICOS DE SEMENTES. Acta Iguazu, [S. l.], v. 5, n. 5, p. 249–257, 2000. DOI: 10.48075/actaiguaz.v5i5.15992. Disponível em: https://e-revista.unioeste.br/index.php/actaiguazu/article/view/15992. Acesso em: 11 ago. 2022.

Edição

Seção

ARTIGOS CIENTÍFICOS