FUNGICIDA APLICADO EM ESTÁDIO DIFERENTE NO CONTROLE MANCHA BRANCA EM MILHO VERÃO

Autores

  • Lucas Schreiner Pazini
  • Cornélio Primieri
  • Tiago Silveira Hauagge
  • Silene Tais Brondani

DOI:

https://doi.org/10.48075/actaiguaz.v5i5.16365

Resumo


O milho (Zea mays) é uma das culturas mais produzidas no mundo, no Brasil seu plantio é feito em duas safras anuais. Por esse motivo a cultura fica exposta a diversas doenças, as chances de incidência de doenças que atacam a cultura tendem a aumentar, pois há presença da cultura hospedeira em grande parte do ano. Este trabalho teve como objetivo avaliar o fungicida Fluxapiroxade mais Piraclostrobina para controle da mancha branca em diferentes estádios fenológicos na cultura do milho, utilizando o híbrido P1630H®. O experimento foi realizado na Fazenda Escola do Centro Universitário Assis Gurgacz. O delineamento experimental utilizado foi de blocos lineares casualizados, composto por seis tratamentos: Tratamento 1 – aplicação de fungicida em V8; Tratamento 2 – aplicação de fungicida em V8 e VT; Tratamento 3 – Aplicação de fungicida em V8, VT e VT + 15 dias; Tratamento 4 – aplicação de fungicida em VT e VT + 15 dias; Tratamento 5 – aplicação de fungicida em VT; Tratamento 6 – testemunha sem aplicação. A adubação utilizada foi de 329 kg ha-1 de nitrogênio, 255 kg ha-1 de fosforo e 324 kg ha-1 de potássio. As variáveis avaliadas foram: produtividade, o peso de mil grãos, o tamanho de espigas e a umidade do grão. Os resultados obtidos foram submetidos à analise de variância e as médias comparadas com o teste de Tukey a 5% de probabilidade, utilizando o programa Assistat. Houve diferença estatística em nível de 5 % na produtividade e peso de mil grãos e para os tratamentos 2, 3 e 4 aos demais onde o tratamento 4 é o mais indicado. 

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Publicado

01-01-2000

Como Citar

SCHREINER PAZINI, L.; PRIMIERI, C.; SILVEIRA HAUAGGE, T.; TAIS BRONDANI, S. FUNGICIDA APLICADO EM ESTÁDIO DIFERENTE NO CONTROLE MANCHA BRANCA EM MILHO VERÃO. Acta Iguazu, [S. l.], v. 5, n. 5, p. 266–272, 2000. DOI: 10.48075/actaiguaz.v5i5.16365. Disponível em: https://e-revista.unioeste.br/index.php/actaiguazu/article/view/16365. Acesso em: 8 ago. 2022.

Edição

Seção

ARTIGOS CIENTÍFICOS