Molibdênio e coinoculação das sementes de amendoim com Bradyrhizobium e Azospirillum em solo do Cerrado

Autores

  • Fabio Steiner Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul - UEMS
  • Alan Mario Zuffo Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul - UEMS
  • Diego Muniz da Silva Santos Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul - UEMS
  • Aécio Bush Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul - UEMS

DOI:

https://doi.org/10.48075/actaiguaz.v7i4.16620

Palavras-chave:

Arachis hypogaea L, inoculação, micronutriente, fixação biológica de nitrogênio, nodulação.

Resumo


A adoção de práticas agrícolas sustentáveis que otimizem a fixação biológica de nitrogênio (FBN) pela cultura do amendoim são de extrema importância para assegurar elevados níveis de produção. Neste contexto, o presente estudo teve como objetivo avaliar a eficiência da coinoculação de Bradyrhizobium japonicum e Azospirillum brasilense e da aplicação de molibdênio na nodulação, no crescimento e na partição de matéria seca das plantas de amendoim (Arachis hypogaea L., cv. RUNNER IAC 886). As plantas de amendoim foram cultivadas em vasos de 5,5 L preenchidos com um Neossolo Quartzarênico em condições de casa-de-vegetação. Os tratamentos foram dispostos em um delineamento em blocos casualizados em um esquema fatorial 2 × 4: aplicação (+Mo) ou não de molibdênio (–Mo) na proporção de 10 g/50 kg de semente e de quatro tratamentos de inoculação das sementes: i) controle (sem inoculação); ii) inoculação com Bradyrhizobium japonicum; iii) inoculação com Azospirillum brasilense; e, iv) coinoculação com B. japonicum e A. brasilense, com quatro repetições. Aos 60 dias após a semeadura, foram avaliados nodulação das raízes, o crescimento e a partição de matéria seca das plantas. A coinoculação de Bradyrhizobium japonicum e Azospirillum brasilense não promoveu melhoria na nodulação e crescimento das plantas de amendoim, cultivado em condições de casa de vegetação. A aplicação de Mo via sementes, independente da coinoculação, incrementa o número de nódulos, a matéria seca dos nódulos e o número de folhas das plantas de amendoim.

Biografia do Autor

Fabio Steiner, Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul - UEMS

Prof. Dr. do Curso de Agronomia, Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul - UEMS, na Unidade de Cassilândia.

Alan Mario Zuffo, Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul - UEMS

Pesquisador Dr. do Programa de Pós Graduação em Agronomia, Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul - UEMS, na Unidade de Cassilândia. 

Diego Muniz da Silva Santos, Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul - UEMS

Acadêmico do Curso de Agronomia, Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul - UEMS, na Unidade de Cassilândia.

Aécio Bush, Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul - UEMS

Acadêmico do Curso de Agronomia, Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul - UEMS, na Unidade de Cassilândia.

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Publicado

01-02-2019

Como Citar

STEINER, F.; ZUFFO, A. M.; SANTOS, D. M. da S.; BUSH, A. Molibdênio e coinoculação das sementes de amendoim com Bradyrhizobium e Azospirillum em solo do Cerrado. Acta Iguazu, [S. l.], v. 7, n. 4, p. 128–137, 2019. DOI: 10.48075/actaiguaz.v7i4.16620. Disponível em: https://e-revista.unioeste.br/index.php/actaiguazu/article/view/16620. Acesso em: 1 jul. 2022.

Edição

Seção

ARTIGOS CIENTÍFICOS