Eficiência de herbicidas no controle de plantas daninhas no cultivo do amendoim (Arachis hypogea L.)

Autores

  • Eduardo Vieira Rodrigues Universidade Federal da Paraíba
  • Anderson Carlos de Melo Gonçalves Universidade Federal da Paraíba
  • Leossávio César de Souza Universidade Federal da Paraíba
  • Dácio Jerônimo de Almeida Universidade Federal da Paraíba
  • Sidney Saymon Cândido Barreto Universidade Federal da Paraíba
  • Marcela de Oliveira Silva Universidade Federal da Paraíba

DOI:

https://doi.org/10.48075/actaiguaz.v7i1.16690

Palavras-chave:

Bentazon, Fenoxaprop-P-ethyl, Leguminosa.

Resumo


Resumo: O amendoim (Arachis hypogaea L.) é uma Leguminosa que apresenta grande papel econômico na região Nordeste e no agronegócio nacional, estando entre as oleaginosas mais cultivadas do mundo. Objetivou-se avaliar a eficiência de duas moléculas no controle das plantas daninhas no amendoim cultivar BR-1. O experimento foi conduzido na área experimental da Universidade Federal da Paraíba, Areia, PB, no período de maio a setembro de 2015. O delineamento utilizado foi em blocos casualizados, com oito tratamentos e três repetições. Foram realizadas duas aplicações, uma com dosagens isoladas e outra com dosagens recombinadas, aos 15 e 30 dias após o plantio. Na testemunha, não foi adotado nenhuma prática de controle. No tratamento 2, capinas mecânicas foram realizadas para controle das plantas invasoras.Os dados foram analisados pelo teste F e as médias comparadas pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade. Resultados mostraram efeito significativo para produtividade, quando comparado a testemunha vs capina e 150% Bentazon vs 150% Fenoxaprop-P-ethyl. O controle mecânico revelou maiores valores para peso de 100 vagens (147,93g) e produtividade (2352,1 kg ha-1), seguida da dose de 150% Fenoxaprop-P-ethyl (2258,3 kg ha-1), apresentando também as maiores médias para peso de 1000 sementes (470,09g). A dosagem de 100% Bentazon obteve maior valor para percentagem de sementes perfeitas (86,06%). A interferência das plantas daninhas no tratamento testemunha provoca perdas na produtividade do amendoim cultivar BR-1. 

 

Resumo: O amendoim (Arachis hypogaea L.) é uma Leguminosa que apresenta grande papel econômico na região Nordeste e no agronegócio nacional, estando entre as oleaginosas mais cultivadas do mundo. Objetivou-se avaliar a eficiência de duas moléculas no controle das plantas daninhas no amendoim cultivar BR-1. O experimento foi conduzido na área experimental da Universidade Federal da Paraíba, Areia, PB, no período de maio a setembro de 2015. O delineamento utilizado foi em blocos casualizados, com oito tratamentos e três repetições. Foram realizadas duas aplicações, uma com dosagens isoladas e outra com dosagens recombinadas, aos 15 e 30 dias após o plantio. Na testemunha, não foi adotado nenhuma prática de controle. No tratamento 2, capinas mecânicas foram realizadas para controle das plantas invasoras.Os dados foram analisados pelo teste F e as médias comparadas pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade. Resultados mostraram efeito significativo para produtividade, quando comparado a testemunha vs capina e 150% Bentazon vs 150% Fenoxaprop-P-ethyl. O controle mecânico revelou maiores valores para peso de 100 vagens (147,93g) e produtividade (2352,1 kg ha-1), seguida da dose de 150% Fenoxaprop-P-ethyl (2258,3 kg ha-1), apresentando também as maiores médias para peso de 1000 sementes (470,09g). A dosagem de 100% Bentazon obteve maior valor para percentagem de sementes perfeitas (86,06%). A interferência das plantas daninhas no tratamento testemunha provoca perdas na produtividade do amendoim cultivar BR-1. 

Palavras-chave: Bentazon, Fenoxaprop-P-ethyl, Leguminosa.

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Publicado

11-03-2018

Como Citar

RODRIGUES, E. V.; GONÇALVES, A. C. de M.; DE SOUZA, L. C.; DE ALMEIDA, D. J.; BARRETO, S. S. C.; SILVA, M. de O. Eficiência de herbicidas no controle de plantas daninhas no cultivo do amendoim (Arachis hypogea L.). Acta Iguazu, [S. l.], v. 7, n. 1, p. 95–105, 2018. DOI: 10.48075/actaiguaz.v7i1.16690. Disponível em: https://e-revista.unioeste.br/index.php/actaiguazu/article/view/16690. Acesso em: 18 ago. 2022.

Edição

Seção

ARTIGOS CIENTÍFICOS