Farinha de ossos de peixe como fonte de cálcio e fósforo em rações para pós-larvas de tilápia do Nilo

Autores

  • Ricácio Luan Marques Gomes Marques Luan Universidade Estadual do Oeste do Paraná, campus Toledo-PR
  • Rômulo Batista Rodrigues
  • Thibério Carvalho da Silva
  • Pedro Oliveira Moreira
  • Joana D’arc Maurício Rocha
  • Fábio Bittencourt
  • Wilson Rogério Boscolo

DOI:

https://doi.org/10.48075/actaiguaz.v7i2.16719

Palavras-chave:

Alimento alternativo, minerais, nutrição, aproveitamento de resíduos, Oreochromis niloticus, desempenho produtivo.

Resumo


O trabalho foi realizado com o objetivo de avaliar a inclusão de farinha de ossos de peixe seco como fonte de fósforo e cálcio em dietas para tilápias do Nilo. Foram utilizadas 400 pós-larvas de tilápia do Nilo com peso médio inicial de 0,03 g distribuídas em 20 aquários com volume de 30 L e alimentadas com as dietas experimentais por 26 dias. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado com cinco tratamentos (0; 1,52; 3,06; 4,57 e 6,09% de farinha de ossos de peixe) e quatro repetições. A inclusão da farinha de ossos de peixe foi realizada em substituição do fosfato bicálcico. Foram avaliados os seguintes parâmetros de desempenho zootécnico: ganho em peso, taxa de crescimento especifico e sobrevivência. Não foram observadas diferenças (P>0,05) entre os tratamentos sobre os parâmetros de desempenho avaliados. Conclui-se que a farinha de ossos de peixe pode ser utilizada como fonte de cálcio e fósforo em dietas de pós-larvas de tilápia do Nilo em substituição total ao fosfato bicálcico sem promover prejuízo ao crescimento dos animais.

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Publicado

12-06-2018

Como Citar

LUAN, R. L. M. G. M.; BATISTA RODRIGUES, R.; CARVALHO DA SILVA, T.; OLIVEIRA MOREIRA, P.; MAURÍCIO ROCHA, J. D.; BITTENCOURT, F.; BOSCOLO, W. R. Farinha de ossos de peixe como fonte de cálcio e fósforo em rações para pós-larvas de tilápia do Nilo. Acta Iguazu, [S. l.], v. 7, n. 2, p. 74–83, 2018. DOI: 10.48075/actaiguaz.v7i2.16719. Disponível em: https://e-revista.unioeste.br/index.php/actaiguazu/article/view/16719. Acesso em: 18 ago. 2022.

Edição

Seção

ARTIGOS CIENTÍFICOS