Abertura prematura de vagens e rendimento de grãos de soja em diferentes épocas de semeadura

Autores

  • Esmael Lopes Dos Santos Centro Universitário Filadélfia (UNIFIL), Rod. Mábio Gonçalves Palhano, 3000 – Campus Palhano, Londrina Pr.
  • Smaylla El Kadri Ceccatto

DOI:

https://doi.org/10.48075/actaiguaz.v7i4.17423

Palavras-chave:

deiscência da vagem, Glycine max, estresse hídrico, abertura de vagens imaturas.

Resumo


O objetivo do trabalho foi avaliar abertura prematura de vagens em cultivares de soja em diferentes épocas de semeadura. O trabalho foi desenvolvido na área experimental do Curso de Agronomia da UNIFIL – Campus Palhano, Londrina, PR, na safra 2015/16 com delineamento em blocos casualizados, com 5 cultivares, 4 repetições e cinco época de semeadura (21/10, 06/11, 21/11, 04/12, 17/12). As avaliações realizadas foram: massa de mil grãos, vagens abertas (R6), rendimento de grãos (kg ha-1). Foi calculado o índice de redução (IR), das variáveis avaliadas. Os dados foram submetidos à análise de variância (Teste F, p<0,05). A época de semeadura resulta em respostas diferencias entre as cultivares, com respostas negativas na massa de mil grãos e rendimento nas semeaduras tardias. A melhor época de semeadura para a cultura na região de Londrina foi entre 20 de outubro e 21 de novembro. Semeaduras tardias causaram menos abertura prematura das vagens, e as cultivares DM 6563 e BMX Potencia apresentaram menos abertura prematura de vagens. Houve correlação entre abertura prematura de vagens com época de semeadura, influenciada pela distribuição da precipitação, que foi menor na formação das vagens e maior no enchimento, favorecendo a abertura das vagens no estádio R6.

Biografia do Autor

Esmael Lopes Dos Santos, Centro Universitário Filadélfia (UNIFIL), Rod. Mábio Gonçalves Palhano, 3000 – Campus Palhano, Londrina Pr.

Curso de Agronomia

Campus Palhano

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Publicado

25-01-2019

Como Citar

DOS SANTOS, E. L.; EL KADRI CECCATTO, S. Abertura prematura de vagens e rendimento de grãos de soja em diferentes épocas de semeadura. Acta Iguazu, [S. l.], v. 7, n. 4, p. 11–23, 2019. DOI: 10.48075/actaiguaz.v7i4.17423. Disponível em: https://e-revista.unioeste.br/index.php/actaiguazu/article/view/17423. Acesso em: 28 jan. 2022.

Edição

Seção

ARTIGOS CIENTÍFICOS