MANEJO DA COLHEITA DE CANOLA COM DESSECAÇÃO E CORTE-ENLEIRAMENTO COMBINADOS A ADESIONANTE

Autores

  • Carlos Augusto Pizolotto
  • Walter Boller
  • Nadia Canali Lângaro
  • Gilberto Omar Tomm

DOI:

https://doi.org/10.48075/actaiguaz.v6i2.17530

Resumo


Em razão dos preços vantajosos e de sua adaptabilidade às condições edafoclimáticas do Sul do Brasil, a canola se tornou uma excelente opção de cultivo de inverno. No entanto, tem se evidenciado gargalos de produção, sendo então importante conhecê-los e buscar a sua superação. Frequentemente a maior determinante de perdas de produtividade de grãos tem sido a colheita, considerada por muitos produtores a etapa mais crítica, uma vez que nem todas as síliquas se formam e amadurecem ao mesmo tempo. O presente trabalho objetivou avaliar e comparar sistemas de manejo de colheita mecanizada de canola, com ou sem a aplicação do adesionante Grip®, em relação às perdas em pré-colheita e colheita e a produtividade de grãos. Utilizou-se o híbrido de canola Hyola 61, sendo comparados quatro sistemas de manejo de pré-colheita e colheita, com ou sem a aplicação do adesionante Grip®. Os sistemas de manejo adotados foram os seguintes: M1: Corte direto na maturação natural (testemunha); M2: Dessecação química prévia com diquat e colheita posterior com corte direto; M3: Dessecação química prévia com glufosinato de amônio e colheita posterior com corte direto; M4: Corte-enleiramento e colheita posterior (recolhimento). O manejo da colheita com dessecação química prévia com glufosinato de amônio e o corte-enleiramento reduziram as perdas e permitiram obter os maiores produtividades de grãos de canola. O corte-eneliramento seguido da pulverização do adesionante Grip® apresentou a menor perda de grãos e consequentemente a maior produtividade de grãos quando comparado aos demais manejos de colheita utilizados.

Downloads

Publicado

02-08-2017

Como Citar

PIZOLOTTO, C. A.; BOLLER, W.; CANALI LÂNGARO, N.; OMAR TOMM, G. MANEJO DA COLHEITA DE CANOLA COM DESSECAÇÃO E CORTE-ENLEIRAMENTO COMBINADOS A ADESIONANTE. Acta Iguazu, [S. l.], v. 6, n. 2, p. 81–97, 2017. DOI: 10.48075/actaiguaz.v6i2.17530. Disponível em: https://e-revista.unioeste.br/index.php/actaiguazu/article/view/17530. Acesso em: 18 ago. 2022.

Edição

Seção

ARTIGOS CIENTÍFICOS