Influencia de salinidade na germinação de Brassica juncea

Autores

  • Rodrigo Techio Bressan
  • Edward Seabra Júnior
  • Daniel Marcos Dal Pozzo
  • Reginaldo Ferreira Santos
  • Suélen Cristina Maino

DOI:

https://doi.org/10.48075/actaiguaz.v6i5.18539

Resumo


A mostarda-castanha ou mostarda-da-índia recebe o nome de Brassica juncea e é uma cultura de verão muito utilizada para a produção de alimentos. Sabe-se que a água tem um papel essencial em todas as fases do crescimento de uma cultura, e que a germinação e emergência são as fases cruciais para a fixação da cultura no solo, por isso é importante avaliar a absorção dos nutrientes presentes na água como no caso de sais, sejam eles nas mais diversas concentrações. Assim o objetivo desse estudo é avaliar o crescimento e desenvolvimento na germinação da semente de mostarda-castanha submetida a diferentes porcentagens de salinidade, verificando efeitos no crescimento. As concentrações utilizadas foram realizadas tomando a medida de 250 mL de água para cada concentração, sendo de 0% de NaCl (amostra de controle), 3% (7,5 gramas de NaCl para 250 ml de água) , 0,06% (15 gramas de NaCl para 250 mL de água), e  0,1% (25 gramas de NaCl para 250 mL de água). Sendo que cada concentração foi feita em sextuplicatas. As concentrações de cloreto de sódio provocaram efeitos negativos no crescimento da mostarda-castanha. O índice de germinação, a primeira contagem de germinação, o tempo médio de germinação e a porcentagem de germinação foram afetados e verificou-se que p<0,05, sendo assim, as amostras analisadas eram todas diferentes, rejeitando-se a hipótese nula (de igualdade entre as amostras). Constatando assim que essa cultura não apresenta tolerâncias consideráveis a presença excessiva de sais.

 

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Publicado

18-12-2017

Como Citar

TECHIO BRESSAN, R.; SEABRA JÚNIOR, E.; DAL POZZO, D. M.; FERREIRA SANTOS, R.; MAINO, S. C. Influencia de salinidade na germinação de Brassica juncea. Acta Iguazu, [S. l.], v. 6, n. 5, p. 308–314, 2017. DOI: 10.48075/actaiguaz.v6i5.18539. Disponível em: https://e-revista.unioeste.br/index.php/actaiguazu/article/view/18539. Acesso em: 7 ago. 2022.