Morfologia de sementes de gergelim

Autores

  • Filipe Rodrigues Valeriano
  • Marcela Carlota Nery
  • Nisia Andrade Villela Dessimoni Pinto
  • Amanda Reis de Melo Campos
  • Andréa dos Santos Oliveira
  • Cíntia Maria Teixeira Fialho

DOI:

https://doi.org/10.48075/actaiguaz.v8i2.19338

Palavras-chave:

Sesamum indicum, morfoanatomia, biometria, composição centesimal

Resumo


O gergelim tem sido considerado uma espécie de importante cultivo em função das perspectivas econômicas, contudo, para viabilizar o seu efetivo emprego é de fundamental importância dotar-se de sementes de boa qualidade. Desta forma, objetou-se descrever morfologicamente, bem como promover os estudos de análise de imagem das sementes de gergelim através do equipamento SAS® (Sistema de Análise de Sementes). Foram utilizadas sementes de gergelim das cultivares CNPA G2 (safra 2010), CNPA G3 (safra 2010), CNPA G4 (safra 2014) e BRS Seda (safra 2015). Foram realizadas a caracterização do perfil dos lotes, caraterização morfológica das sementes e plântulas, composição centesimal, análise de imagem e a caracterização anatômica das sementes. Conclui-se, quanto à caracterização morfológica das plantas, que a morfologia das sementes de gergelim em germinação é do tipo epígea, com emergência vertical ereta e plântula fanerocotiledonar, com folhas carnosas, hipocótilo verde esbranquiçado e uma radícula esbranquiçada. A composição centesimal das sementes se caracteriza pela presença de 34% a 48% de extrato etéreo. Com relação à caracterização morfoanatômicas verificou-se pouca variabilidade na forma entre as sementes, com hilo e a micrópila visível. A análise de imagem de sementes permitiu diferenciar os lotes, principalmente avaliando a área convexa e o perímetro.

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Publicado

20-07-2019

Como Citar

VALERIANO, F. R.; NERY, M. C.; PINTO, N. A. V. D.; CAMPOS, A. R. de M.; OLIVEIRA, A. dos S.; FIALHO, C. M. T. Morfologia de sementes de gergelim. Acta Iguazu, [S. l.], v. 8, n. 2, p. 23–36, 2019. DOI: 10.48075/actaiguaz.v8i2.19338. Disponível em: https://e-revista.unioeste.br/index.php/actaiguazu/article/view/19338. Acesso em: 4 out. 2022.

Edição

Seção

ARTIGOS CIENTÍFICOS