Ciclo total e subperíodos da batateira na região central do Rio Grande do Sul

Autores

  • Sidinei Zwick Radons Universidade Federal da Fronteira Sul, Campus Cerro Largo. Rua Major Antônio Cardoso, 570, CEP 97900-000, Cerro Largo, RS.
  • Arno Bernardo Heldwein Departamento de Fitotecnia, Centro de Ciências Rurais, Universidade Federal de Santa Maria, 97105-900, Santa Maria, RS, Brasil.
  • Mateus Possebon Bortoluzzi Programa de Pós-graduação em Agronomia , Departamento de Fitotecnia, Centro de Ciências Rurais, Universidade Federal de Santa Maria, 97105-900, Santa Maria, RS, Brasil.
  • Roberto Trentin Universidade Federal de Pelotas, Faculdade de Agronomia Eliseu Maciel, Capão do Leão, RS, Brasil
  • Jocélia Rosa da Silva Programa de Pós-graduação em Agronomia , Departamento de Fitotecnia, Centro de Ciências Rurais, Universidade Federal de Santa Maria, 97105-900, Santa Maria, RS, Brasil.
  • Luis Henrique Loose Instituto Federal Farroupilha, Campus Santo Ângelo. Rodovia RS-218 Km 5, Indubrás CEP 98806700 - Santo Ângelo, RS - Brasil

DOI:

https://doi.org/10.48075/actaiguaz.v8i3.19563

Palavras-chave:

Solanum tuberosum, modelos de desenvolvimento, soma térmica, fotoperíodo, probabilidade

Resumo


Objetivou-se estimar a duração das fases fenológicas e do ciclo de desenvolvimento da cultura da batata e determinar as funções de distribuição de probabilidade que melhor caracterizam a distribuição dos valores obtidos, em função de uma série histórica de dados meteorológicos medidos na Estação Climatológica Principal do INMET, localizada em Santa Maria/RS. Para isso, através de dados diários de um período de 48 anos da soma térmica e do fotoperíodo, foi simulado o desenvolvimento da batata, cultivar Asterix, em 14 datas de plantio dentro dos períodos anuais recomendados para o cultivo de safra e safrinha na região. Procedeu-se o ajuste dos dados às funções de distribuição de probabilidade exponencial, gama, lognormal, normal e Weibull. A função lognormal obteve o maior número de ajustes tanto para duração das fases quanto para o ciclo total. Verificou-se que a duração média das fases de emergência-início da tuberização (EM-IT), início da tuberização-início da senescência (IT-IS), início da senescência-colheita (IS-CO) e do ciclo total da cultura da batata varia conforme a data de plantio, exceto a duração da fase de EM-IT na safra e da fase de IT-IS na safrinha. A duração provável total do ciclo e das fases a 50% de probabilidade demonstraram tendência semelhante à apresentada pelos valores médios.

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Publicado

28-09-2019

Como Citar

RADONS, S. Z.; HELDWEIN, A. B.; BORTOLUZZI, M. P.; TRENTIN, R.; SILVA, J. R. da; LOOSE, L. H. Ciclo total e subperíodos da batateira na região central do Rio Grande do Sul. Acta Iguazu, [S. l.], v. 8, n. 3, p. 18–29, 2019. DOI: 10.48075/actaiguaz.v8i3.19563. Disponível em: https://e-revista.unioeste.br/index.php/actaiguazu/article/view/19563. Acesso em: 2 out. 2022.

Edição

Seção

ARTIGOS CIENTÍFICOS