Efeito de diferentes partes do trigo mourisco sobre o milho

Autores

  • Patrícia, Ana Paula, Silene, Ferreira, Morais, Tais de Albuquerque, Simonetti, Brondani Mestranda UEM - Ciências Agrárias Graduação Centro Universitário Assis Gurgacz

DOI:

https://doi.org/10.48075/actaiguaz.v9i3.24223

Palavras-chave:

Alelopatia, Fagopyrum sculentum, Concentrações

Resumo


O trigo mourisco (Fagopyrum  sculentum), é uma espécie que pertence à família Polygonaceae, podendo ser uma alternativa para rotação de culturas. Sendo assim o objetivo do presente trabalho foi avaliar se o extrato aquoso de diferentes concentrações e partes da planta do trigo mourisco tem efeitos alelopáticos sobre o desenvolvimento inicial da cultura do milho. O experimento foi conduzido no Laboratório de análise de Sementes Vigortestte e na casa de vegetação no Centro de Desenvolvimento e Difusão de Tecnologias – CEDETEC, em Cascavel-PR, sendo realizado nos meses de maio a junho de 2018. O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado (DIC) em esquema fatorial 2x3, com duas concentrações 10 e 20% e três partes diferentes da planta do trigo mourisco (sementes, parte aérea e raiz). Os parâmetros avaliados foram % de germinação e emergência, índice de velocidade de germinação, comprimento da parte aérea (cm), comprimento de raiz (cm) e massa fresca de plântulas (g). Os dados obtidos foram submetidos à análise de variância (ANAVA), e as médias comparadas pelo teste de Tukey a 5% de significância. Conclui-se que o extrato da raiz em condições de laboratório se mostrou superior aos demais, demonstrando um estimulo ao desenvolvimento inicial do milho, já na casa de vegetação os resultados não foram significativos, assim, o trigo mourisco pode ser utilizado como rotação de cultura com o milho, por não prejudicar seu desenvolvimento inicial.

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Publicado

16-11-2020

Como Citar

DE ALBUQUERQUE, SIMONETTI, BRONDANI, P. A. P. S. F. M. T. Efeito de diferentes partes do trigo mourisco sobre o milho. Acta Iguazu, [S. l.], v. 9, n. 3, p. 94–102, 2020. DOI: 10.48075/actaiguaz.v9i3.24223. Disponível em: https://e-revista.unioeste.br/index.php/actaiguazu/article/view/24223. Acesso em: 13 ago. 2022.

Edição

Seção

ARTIGOS CIENTÍFICOS