CALOPOGONIUM CAERULEUM APRESENTA BAIXA TOLERÂNCIA DO SISTEMA SIMBIÓTICO À PRESENÇA DE NITRATO

Autores

  • Liliane Santos Camargos
  • Agnis Cristiane Souza
  • Lucas Anjos Souza
  • Gilberto Costa Justino
  • Leandro Ferreira Aguiar

DOI:

https://doi.org/10.48075/actaiguaz.v1i4.7567

Resumo


Calopogonium caeruleum, tribo Phaseolae, subfamília Papilionoideae, família Leguminosae (Fabaceae), amplamente utilizada na adubação verde e como forrageira. O objetivo desse trabalho foi identificar se a espécie apresenta tolerância do sistema simbiótico à presença de nitrato, inferido pela manutenção da nodulação e pela análise da translocação de ureídeos pela seiva de xilema. Foram estabelecidos dois tratamentos distintos: todas as plantas foram inoculadas e tratadas com solução nutritiva incompleta (sem nitrato) durante três semanas. Posteriormente foram divididas em dois lotes: um recebeu solução nutritiva incompleta, e a outra solução nutritiva completa (com nitrato) num período de aproximadamente 20 dias. Observou-se que plantas +NO3- apresentaram maior número de nódulos em relação aosnódulos presentes em plantas –N. No caso de ureídeos totais as plantas +NO3- apresentaram uma média de 2,40 μmoles/mL enquanto que as plantas – N apresentaram uma média de 4,08 μmoles/mL. Com base no exposto, em C. caeruleum, por não ocorrer abandono total da nodulação, a planta se mostrou parcialmente tolerante à presença de nitrato. A translocação de compostos nitrogenados via xilema se manteve elevada em plantas recebendo nitrato, podendo se inferir, pelos níveis de ureídeos presentes, que existe uma aparente tolerância do sistema de fixação à presença de nitrato.

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Publicado

01-01-2000

Como Citar

SANTOS CAMARGOS, L.; SOUZA, A. C.; ANJOS SOUZA, L.; COSTA JUSTINO, G.; FERREIRA AGUIAR, L. CALOPOGONIUM CAERULEUM APRESENTA BAIXA TOLERÂNCIA DO SISTEMA SIMBIÓTICO À PRESENÇA DE NITRATO. Acta Iguazu, [S. l.], v. 1, n. 4, p. 9–16, 2000. DOI: 10.48075/actaiguaz.v1i4.7567. Disponível em: https://e-revista.unioeste.br/index.php/actaiguazu/article/view/7567. Acesso em: 8 ago. 2022.

Edição

Seção

ARTIGOS CIENTÍFICOS