Por uma matemática decolonial: escrevivências, escutatória e etnomatemática na formação docente

Autores/as

  • Neila Maria de Almeida Tomé Universidade Federal de Juiz de Fora image/svg+xml
  • Ana Lucia do Carmo Narciso Universidade Federal de Juiz de Fora image/svg+xml
  • Priscila da Silva Rocha Universidade Federal de Juiz de Fora image/svg+xml
  • Reginaldo Fernando Carneiro Universidade Federal de Juiz de Fora image/svg+xml

DOI:

https://doi.org/10.48075/zt02jx05

Palabras clave:

Decolonialidade; Etnomatemática; Matemática.

Resumen

A colonialidade do saber e do poder ainda marca profundamente o ensino da Matemática no Brasil, sustenta currículos rígidos, práticas conteudistas e a invisibilização de saberes culturais. Este artigo busca problematizar a Educação Matemática a partir de quatro aportes teóricos: as escrevivências, a escutatória e a decolonialidade em diálogo com a Etnomatemática. A proposta é refletir sobre como narrativas, práticas culturais e uma escuta ativa podem contribuir para romper com o paradigma da educação bancária e abrir espaço para uma Matemática viva, crítica, diaspórica e situada nos contextos de vida dos sujeitos. Argumenta-se que a escrita de si e do coletivo permitem articular práticas decoloniais na formação de professores e no cotidiano escolar a partir da escuta de “outros sujeitos”. Assim, aponta-se a necessidade de uma Educação Matemática que se constitua na diversidade, como prática de liberdade, e que legitime os saberes historicamente silenciados.

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Publicado

09/03/2026

Cómo citar

TOMÉ, Neila Maria de Almeida; NARCISO, Ana Lucia do Carmo; ROCHA, Priscila da Silva; CARNEIRO, Reginaldo Fernando. Por uma matemática decolonial: escrevivências, escutatória e etnomatemática na formação docente. Educere et Educare - Revista de Educação, [S. l.], v. 21, n. 51, p. 507–516, 2026. DOI: 10.48075/zt02jx05. Disponível em: https://e-revista.unioeste.br/index.php/educereeteducare/article/view/36293. Acesso em: 2 oct. 2026.