Competitividade do etanol em áreas tradicional e de expansão na região Centro-Sul

Autores

  • Sérgio Gomes Tôsto
  • Jaenes Miranda Alves
  • Danielle Parente Torres
  • Joaquim Lima Filho

DOI:

https://doi.org/10.48075/igepec.v18i2.6498

Palavras-chave:

Desenvolvimento regional, Matriz de análise política, Indicadores privado e social.

Resumo


A cadeia do agronegócio da cana-de-açúcar é uma das que mais tem contribuído para o crescimento econômico do Brasil, na safra de 2010-2011 foi plantado 8,1 milhões de hectares produzindo 28 bilhões de litros de etanol e para a safra de 2011-2012 a previsão é de 33 bilhões de litros de etanol, elevando o Brasil como o maior produtor mundial de etanol. Este trabalho tem como objetivo verificar a competitividade do etanol brasileiro através da Matriz de Análise Política- MAP considerando uma área de cultivo tradicional e outra área de expansão da cana-de-açúcar. O instrumental utilizado para essa análise foi a Matriz de Análise de Política - MAP desenvolvida por Monke e Pearson (1989), os resultados mostram que as lucratividades privada e social foram positivos, indicando competitividade e eficiência econômica, respectivamente, para as duas cadeias. A cadeia do etanol em área tradicional foi a mais competitiva e com maior eficiência econômica por apresentar maior valor em ambas lucratividades. As transferências associadas à produção para as cadeias apresentaram valores positivos. O maior valor positivo na cadeia da área de tradicional reflete os altos preços ou receitas privadas nessa cadeia, indicando que há transferência positiva da sociedade para o setor produtor.

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Publicado

12-02-2015

Como Citar

TÔSTO, S. G.; ALVES, J. M.; TORRES, D. P.; FILHO, J. L. Competitividade do etanol em áreas tradicional e de expansão na região Centro-Sul. Informe GEPEC, [S. l.], v. 18, n. 2, p. 51–65, 2015. DOI: 10.48075/igepec.v18i2.6498. Disponível em: https://e-revista.unioeste.br/index.php/gepec/article/view/6498. Acesso em: 11 ago. 2022.

Edição

Seção

Artigos