GLOSAS E ENTRE-GLOSAS: MURILO MENDES - ARTHUR RIMBAUD, OSWALD DE ANDRADE - BLAISE CENDRARS

Autores

  • Leila de Aguiar Costa

DOI:

https://doi.org/10.48075/rt.v12i27.14519

Palavras-chave:

intertextualidade, poesia francesa

Resumo


Pensar a relação entre a literatura brasileira e a literatura francesa impõe a necessidade de interpretações apoiadas na intertextualidade e, mesmo, em um movimento textual aberto a toda espécie de glosa, direta ou indiretamente reivindicada. Isto significa dizer que não é mais caso de se entender tal relação segundo a noção de “influência”, que impõe o modelo da árvore — que trabalha com conexões verticais e lineares —, mas segundo o viés do intertexto, perpassado pelo conceito de “rizoma” — que supõe o múltiplo, o disseminado, o não-hierárquico no registro da representação e da interpretação. Eis porque a proposta é aqui aquela de deixar ecoar entre Murilo Mendes e Arthur Rimbaud, Oswald de Andrade e Blaise Cendrars ruídos literários que são marcas poéticas a um tempo pessoais e universais.

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Publicado

11-10-2016

Como Citar

COSTA, L. de A. GLOSAS E ENTRE-GLOSAS: MURILO MENDES - ARTHUR RIMBAUD, OSWALD DE ANDRADE - BLAISE CENDRARS. Trama, [S. l.], v. 12, n. 27, p. 271–290, 2016. DOI: 10.48075/rt.v12i27.14519. Disponível em: https://e-revista.unioeste.br/index.php/trama/article/view/14519. Acesso em: 13 ago. 2022.

Edição

Seção

Temas Livre