LITERATURA COMO FETICHE

Autores

  • Erica Schlude Wels
  • Erica Schlude Wels

DOI:

https://doi.org/10.48075/rt.v12i26.14535

Palavras-chave:

Literatura, Fetiche, Psicanálise

Resumo


Cantado há séculos, o amor é inspirador de inúmeros discursos e obras de arte, mas permanece à margem da literatura, sem referenciais científicos precisos. Em “Fragmentos de um discurso amoroso”, o verbete “Adorável” fala da especificidade da paixão, do mínimo que contém o todo, como no fetiche.  Além do clássico de Roland Barthes, elencamos as principais contribuições de Sigmund Freud a respeito do fetiche, da literatura e do mistério da criação artística; a discussão proposta contempla ainda o conceito de “Imago”, idealizado por Jung e também originário da Literatura, e algumas teses de Ítalo Calvino sobre a necessidade permanente dos clássicos.  A exemplo da busca amorosa, a literatura permanece necessária, pois ficcionaliza saberes essenciais ao entendimento dos dilemas humanos.

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Publicado

16-09-2016

Como Citar

WELS, E. S.; WELS, E. S. LITERATURA COMO FETICHE. Trama, [S. l.], v. 12, n. 26, p. 275–297, 2016. DOI: 10.48075/rt.v12i26.14535. Disponível em: https://e-revista.unioeste.br/index.php/trama/article/view/14535. Acesso em: 8 ago. 2022.

Edição

Seção

Temas Livre