A FORMAÇÃO, NA ESCRITURA ACADÊMICA, DO FORMADOR PARA A ESCRITURA ESCOLAR

Autores

  • Mary Elizabeth Cerutti-Rizzatti
  • Suziane da Silva Mossmann

DOI:

https://doi.org/10.48075/rt.v13i28.15464

Resumo


Este artigo tematiza a escritura na universidade, tendo como delimitação a defesa do tensionamento entre o que se coloca, de um lado, como local/específico/vernacular, com o que se coloca, de outro lado, no âmbito do genérico humano, do  grande tempo,  da história. Atende-se ao objetivo de problematizar a exacerbação do relativismo nas lides com a escritura  na esfera acadêmica em se tratando da formação de licenciados em Letras Português. As bases teóricas são a filosofia da linguagem de fundamentação bakhtiniana, a psicologia da linguagem de fundamentação vigotskiana e os estudos do letramento com origem no Reino Unido. A abordagem é qualitativa e são apresentados dados empíricos de um conjunto de vivências com a escritura acadêmica do Grupo de Pesquisa Cultura Escrita e Escolarização. Os resultados apontam para a necessidade de ressignificações no campo das contraposições ao que se historiciza como escritura no movimento dinâmico-causal entre o presente e o passado na prospecção com o futuro.   

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Publicado

30-01-2017

Como Citar

CERUTTI-RIZZATTI, M. E.; MOSSMANN, S. da S. A FORMAÇÃO, NA ESCRITURA ACADÊMICA, DO FORMADOR PARA A ESCRITURA ESCOLAR. Trama, [S. l.], v. 13, n. 28, p. 179–212, 2017. DOI: 10.48075/rt.v13i28.15464. Disponível em: https://e-revista.unioeste.br/index.php/trama/article/view/15464. Acesso em: 8 ago. 2022.

Edição

Seção

Escrita Acadêmica e Ensino de Escrita Acadêmica