IDENTIDADE CULTURAL, ALTERIDADE E RESISTÊNCIA NO PERÍODO PÓS-APARTHEID NA OBRA DISGRACE DE J. M. COETZEE (1999)

Autores

  • Ruane Maciel Kaminski Alves

Palavras-chave:

História e Literatura, literatura pós-colonial, identidade, alteridade, resistência

Resumo


RESUMO: Este trabalho tem como proposta a análise do romance sul-africano Disgrace (1999), traduzido para o português como Desonra (2000) por José Rubens Siqueira pela editora Companhia das Letras. O romance trata do mundo pós-colonial marcado pelas injustiças do apartheid e revela novas relações sociais, marcadas pela inversão do poder anteriormente pertencente a minoria branca descendente europeia. A análise será realizada a partir dos conceitos de Identidade Cultural, Alteridade e Resistência propostos por Homi Bhabha (2003), Stuart Hall (2002), Bosi (2004) e Thomas Bonicci (2009). 

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Publicado

20-01-2014

Como Citar

MACIEL KAMINSKI ALVES, R. IDENTIDADE CULTURAL, ALTERIDADE E RESISTÊNCIA NO PERÍODO PÓS-APARTHEID NA OBRA DISGRACE DE J. M. COETZEE (1999). Travessias, Cascavel, v. 7, n. 2, 2014. Disponível em: https://e-revista.unioeste.br/index.php/travessias/article/view/8474. Acesso em: 28 out. 2021.

Edição

Seção

DOSSIÊ TEMÁTICO: ARTE, COMUNICAÇÃO, CINEMA, MEMÓRIA E CULTURAS HÍBRIDAS