A COMPLEXIDADE NO COTIDIANO ESCOLAR

Anderson Rocha da Silva, Cristiana Callai de Souza

Resumo

Este artigo tenta situar-se no “entrelugar3”, no isto e no aquilo, no micro e no

macro, desconfiando do legado epistemológico do eurocentrismo, que nos impede de

compreender o mundo a partir de sua diversidade social. O paradigma ainda vigente no

cotidiano escolar e que atua no currículo, inspirou-se na racionalidade científica clássica,

protagonizando a subalternização dos saberes, a tendência à homogeneidade e a negação da

diversidade cultural. Estes ransos ainda estão presentes no cotidiano escolar da Educação

Infantil, com a perspectiva ilusória de que é possível ensinar tudo a todos,

simultaneamente, na ordenação dos conteúdos e dos tempos, num projeto de currículo

unificado. Na trajetória da história da educação, em que confluem o conhecimento

teológico, a ciência e a filosofia, somos desafiados a problematizar as representações

construídas no campo educacional, inclusive a da criança entendida como um adulto em

miniatura, talvez mais do que isso, fomentar outras questões.

Palavras-chave

Revolução Científica; Teoria da Complexidade; Pedagogia.

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