TRATAMENTO PÓS-COLHEITA NA EXTENSÃO DA VIDA ÚTIL DE MANDIOCA DE MESA POLPA BRANCA E AMARELA MINIMAMENTE PROCESSADA E FRIGOCONSERVADA

Autores

  • Augusto Uchôa de Andrade
  • Alex Guimarães Sanches
  • Luiz Carlos Piacentini
  • Alberto Martins Cordeiro

DOI:

https://doi.org/10.48075/actaiguaz.v5i4.16005

Resumo


A mandioca na forma processada vem sendo cada vez mais utilizada por produtores rurais, atacadistas e supermercados, uma vez que o consumidor atualmente leva mais em conta a praticidade dos minimamente processados comparativamente com o preço desses. Todavia um dos maiores entraves para a cultura ocorre em função da rápida deterioração fisiológica pós-colheita de suas raízes, principalmente por conta do aparecimento de estrias escuras. Nesse contexto, o presente trabalho tem por objetivo avaliar a influência da coloração das raízes (branca e amarela) e do efeito de antioxidantes na conservação e vida útil de mandiocas de mesa na forma processada e armazenada sob refrigeração. O delineamento experimental adotado foi inteiramente casualizado em arranjo fatorial 2x4x6, com três repetições e a parcela experimental composta por bandejas de 80g. A cada dois dias as amostras foram avaliadas quanto à perda de massa fresca, murchamento, deterioramento fisiológico pós-colheita, qualidade geral e acidez titulável. Houve efeito significativo dos fatores sobre as variáveis, perda de massa fresca, murchamento e acidez titulável com melhores médias nas amostras tratadas com ácido cítrico e branqueamento, as raízes de coloração branca mantiveram os melhores valores ao longo de todo o tempo de armazenamento, principalmente quanto à qualidade geral e a incidência de escurecimento, revelando potencial da variedade de cor branca em ser comercializada na forma processada e frigoconservada.

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Publicado

01-01-2000

Como Citar

UCHÔA DE ANDRADE, A.; GUIMARÃES SANCHES, A.; PIACENTINI, L. C.; MARTINS CORDEIRO, A. TRATAMENTO PÓS-COLHEITA NA EXTENSÃO DA VIDA ÚTIL DE MANDIOCA DE MESA POLPA BRANCA E AMARELA MINIMAMENTE PROCESSADA E FRIGOCONSERVADA. Acta Iguazu, [S. l.], v. 5, n. 4, p. 1–14, 2000. DOI: 10.48075/actaiguaz.v5i4.16005. Disponível em: https://e-revista.unioeste.br/index.php/actaiguazu/article/view/16005. Acesso em: 8 ago. 2022.

Edição

Seção

ARTIGOS CIENTÍFICOS