Potássio e época de semeadura em cultivares de soja para teor de óleo e proteína

Autores

  • Neusa Maria Hackenhaar UFT/Palmas
  • Joênes Muci Peluzio UFT/Palmas
  • Maria Dilma de Lima UFT/Palmas
  • Celso Hackenhaar UFT/Palmas
  • Edmar Vinícius de Carvalho UFT/CeMAF https://orcid.org/0000-0002-4563-2015
  • Flávio Sérgio Afférri UFFSCar/Lagoa do Sino
  • José Marcos Gontijo Mandarino EMBRAPA/Soja

DOI:

https://doi.org/10.48075/actaiguaz.v8i2.17552

Palavras-chave:

Adubação, Composição química, Glycine max, Tocantins

Resumo


O objetivo do trabalho foi avaliar o efeito de dois níveis de adubação potássica (40; 200 kg ha-1) e de duas épocas de semeadura (dez/13; jan/14) na divergência genética e no desempenho de sete cultivares de soja, quando ao teor de óleo e proteína, em Palmas-TO. O delineamento experimental foi o de blocos ao acaso com três repetições. A colheita das plantas foi realizada no estádio R8. O teor de óleo foi obtido pelo método de Soxhlet e o de proteína pelo método de Kjeldahl. Os dados foram submetidos a análise de variância conjunta (sete cultivares; quatro ensaios). O estudo de divergência genética foi realizado, separadamente, para o teor de óleo e para o de proteína. Cada ensaio representou uma variável distinta no modelo multivariado e, foi aplicado o método de agrupamento de Tocher. Os cultivares TMG 1180 (22,9%), MSOY 9144 (22,6%), MSOY 8766 (22,5%) e BRS 333 (22,2%) foram os que apresentaram os maiores teores de óleo e, o cultivar P98Y70 (41,6%), o maior teor de proteína. O cultivar P98Y70 foi o mais divergente dos demais, seguido pelo cultivar TMG 1180. A adubação potássica não promoveu diferenças significativas nos teores de óleo e proteína dos cultivares, enquanto que, a semeadura tardia promoveu aumento do teor de proteína e redução do de óleo. 

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Publicado

20-07-2019

Como Citar

HACKENHAAR, N. M.; PELUZIO, J. M.; DE LIMA, M. D.; HACKENHAAR, C.; DE CARVALHO, E. V.; AFFÉRRI, F. S.; MANDARINO, J. M. G. Potássio e época de semeadura em cultivares de soja para teor de óleo e proteína. Acta Iguazu, [S. l.], v. 8, n. 2, p. 1–11, 2019. DOI: 10.48075/actaiguaz.v8i2.17552. Disponível em: https://e-revista.unioeste.br/index.php/actaiguazu/article/view/17552. Acesso em: 13 ago. 2022.

Edição

Seção

ARTIGOS CIENTÍFICOS